CLÍNICA LEILANE CATRICALA

A Clínica Leilane Catricala tem foco na dermatologia e medicina estética, projetada como uma Clínica Boutique Premium, pensando em cada detalhe para oferecer excelência aos nossos pacientes.

Atendemos em duas unidades: Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul - SP. Desde 2019, já são mais de 10.000 procedimentos estéticos e mais de 6.000 consultas médicas realizadas, sempre com o mesmo padrão de cuidado e atenção a cada detalhe.

Nossa equipe médica — formada por dermatologistas, ginecologista e cirurgiã vascular — é amplamente reconhecida em São Paulo e em toda a região do ABC, sob o comando da Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista, com atendimento humanizado e focado nos desejos de cada paciente.

Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista — CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960

Contamos com equipamentos como o Laser Fotona Dynamis NX, o Fotona Starwalker e o Ultraformer III, trazendo aos nossos pacientes as tecnologias mais avançadas disponíveis no mercado mundial.

Oferecemos tratamentos estéticos modernos para queixas como lifting facial, rejuvenescimento, melasma, manchas, rugas, olheiras e redução de papada, além de procedimentos como preenchimentos e toxinas e lasers como o Fotona 4D.

Visão: acreditamos que envelhecer com qualidade de vida é o futuro.

Missão: promover o bem-estar de nossos pacientes para que se sintam sempre melhores.

Valores: ética e integridade em cada atendimento.

Unidade São Caetano: Rua Monte Alegre, 110 - Bairro Santo Antônio - São Caetano do Sul - SP, CEP 09531-110

Unidade Vila Nova Conceição: R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 - Bairro Vila Nova Conceição - São Paulo - SP, CEP 04544-001

Contamos com salas de atendimento elegantes e modernas, jardins para relaxar e um Espaço Laser avançado.

Clínica Leilane Catricala

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Cabelo caindo durante o uso de GLP-1? 8 cuidados para organizar sua rotina

Você começou o tratamento com GLP-1 e percebeu uma mudança no cabelo. Antes de montar uma prateleira de tônicos, vale organizar o que está acontecendo. Os cuidados abaixo ajudam a preparar a consulta e a evitar decisões precipitadas; não garantem prevenir a queda nem substituem um diagnóstico. A ideia não é acrescentar dez etapas à rotina. É separar o que merece observação, o que precisa ser conversado com a equipe e o que não deve ser decidido sozinho. 1. Monte uma linha do tempo simples Anote aproximadamente quando iniciou o medicamento e quando percebeu a queda. Acrescente mudanças de prescrição feitas pelo médico, variações de peso e acontecimentos de saúde que pareçam relevantes. Não é necessário lembrar todas as datas com precisão: indique quando uma informação for aproximada. Em algumas formas de queda, o intervalo entre um desencadeante e o sintoma pode ser de meses. Por isso, observar somente o que aconteceu na semana do banho em que você notou mais fios pode deixar parte do histórico de fora. [1] 2. Descreva a mudança sem tentar fechar o diagnóstico Troque “meu cabelo está péssimo” por informações mais específicas: percebi mais fios soltos? O volume parece menor? A mudança está em toda a cabeça ou em uma região? Há sintomas no couro cabeludo? Leve essas observações, mesmo que não saiba o nome médico delas. Se já tiver fotografias antigas que mostrem a região, separe algumas. Para novos registros, prefira condições semelhantes de luz e penteado, sem filtros. Elas servem para documentar sua percepção e conversar na consulta, não para comparar seu resultado com o de outra pessoa. 3. Conte como está conseguindo se alimentar Menos fome, refeições puladas e desconforto ao comer são informações diferentes. Explique quais delas estão presentes. Se houver dificuldade persistente para manter a alimentação, converse com a equipe que acompanha o tratamento. As orientações nutricionais para terapias GLP-1 valorizam o acompanhamento da ingestão e dos sintomas gastrointestinais. O cuidado deve ser ajustado à pessoa; não existe uma lista única de alimentos que resolva toda queda capilar. [2] Imagem ilustrativa gerada por IA; suplementos dependem de indicação individual. 4. Não comece um “combo capilar” por impulso Vitaminas e minerais não devem ser somados apenas porque a embalagem promete cabelo forte. A American Academy of Dermatology alerta que o excesso de determinados nutrientes pode inclusive contribuir para a queda. A indicação de suplementação precisa considerar a necessidade individual. [3] Se já utiliza algum produto, leve o nome ou uma foto do rótulo. Inclua os itens comprados sem receita: eles também fazem parte das informações que o médico precisa conhecer. 5. Avise sobre a biotina antes de fazer exames Alguns suplementos para cabelo e unhas contêm biotina. Ela pode interferir em certos testes laboratoriais e produzir resultados incorretos, conforme alerta da FDA. Informe seu uso ao médico e ao laboratório. [4] Não escolha um prazo de suspensão encontrado na internet: as orientações dependem do teste e do produto. Guarde a embalagem ou o registro da composição para facilitar essa verificação. 6. Simplifique os cuidados com os fios Higienize com suavidade, desembarace sem puxar e evite penteados muito apertados. Reduzir calor excessivo e agressões químicas ajuda a diminuir danos aos fios. Esses cuidados não tratam, por si só, uma causa interna de queda, mas evitam acrescentar agressões à rotina. [3] Leve à consulta também as dúvidas sobre os produtos que já usa. Não precisa trocar tudo antes de saber se existe algum motivo para mudar. Uma rotina possível de manter costuma ser mais útil do que uma coleção de novidades que você não consegue avaliar separadamente. 7. Não ajuste o medicamento para “testar” a queda Suspender, reduzir ou espaçar aplicações sem orientação não é uma forma adequada de investigar o cabelo. Converse com o profissional responsável pela prescrição e informe a avaliação dermatológica. A decisão precisa considerar o motivo do tratamento e o conjunto da sua saúde. [5] Se você está pensando em mudar algo por receio, diga isso claramente na consulta. Essa preocupação merece ser discutida e pode ajudar a equipe a esclarecer o plano. Imagem ilustrativa gerada por IA sobre o preparo para a avaliação. 8. Leve perguntas sobre o plano, não apenas sobre um produto Uma sugestão é salvar estas quatro perguntas no celular: qual é a hipótese para minha queda? Preciso investigar mais alguma coisa? Como vamos acompanhar a evolução? Quando devo retornar ou avisar sobre uma mudança? Para aprofundar essa conversa, leia o guia de avaliação e tratamento da queda capilar durante o uso de GLP-1. Ele explica por que medicamentos e procedimentos não são uma indicação automática para toda pessoa com a mesma queixa. Não deixe estes sinais para depois Falhas localizadas, perda de sobrancelhas, dor, ardor forte, feridas ou secreção no couro cabeludo merecem avaliação mais breve. Não atribua tudo ao medicamento sem examinar outras possibilidades. [6] Vídeo: sinais de alerta na queda de cabelo A Dra. Leilane apresenta sinais que merecem atenção neste vídeo sobre queda capilar em geral. Ele não trata especificamente de GLP-1. A quantidade diária de fios, isoladamente, não fecha um diagnóstico; mudanças no padrão e o exame do couro cabeludo também precisam ser considerados. Abrir o vídeo no YouTube. Dúvidas rápidas Esses cuidados garantem que meu cabelo não vai cair? Não. São orientações para organizar a rotina e a avaliação. A prevenção e o tratamento dependem da causa, que precisa ser investigada individualmente. Devo comprar um suplemento antes de procurar o dermatologista? Não é necessário começar um suplemento para se preparar para a consulta. Leve informações sobre a alimentação e os produtos que já utiliza. O que levar para a primeira consulta? Uma linha do tempo da queixa, nomes dos medicamentos e suplementos, exames anteriores e fotografias que já tenha. Anote também suas principais dúvidas. Quer organizar o cuidado com orientação médica? A Clínica Leilane Catricala atende na Vila Nova Conceição, em São Paulo, e em São Caetano do Sul. Fale com a equipe pelo WhatsApp para agendar sua avaliação. Referências British Association of Dermatologists. Telogen effluvium. Mozaffarian D et al. Orientação conjunta sobre prioridades nutricionais durante terapias GLP-1. Obesity, 2025. American Academy of Dermatology. Hair loss: Tips for managing. FDA. Interferência da biotina em exames laboratoriais. American Academy of Dermatology. Do you have hair loss or hair shedding? American Academy of Dermatology. Hair loss: Signs and symptoms. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 07/09/2026. Data editorial: 11/09/2026.

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Emagrecimento, GLP-1 e queda de cabelo: alimentação e suplementos sem receita pronta

Emagrecer e perceber o cabelo caindo pode levar à procura imediata por uma vitamina. Mas antes de escolher um suplemento, é preciso entender como a alimentação mudou, qual é o padrão da queda e se existe uma necessidade específica a corrigir. Para quem usa semaglutida ou tirzepatida, nutrição e acompanhamento médico devem conversar entre si. Isso não significa adotar um protocolo de pós-bariátrica nem uma fórmula igual para todas as pessoas. Emagrecer rápido pode estar relacionado à queda? A perda importante de peso é um possível desencadeante de eflúvio telógeno. Uma coorte retrospectiva publicada em agosto de 2026 encontrou associação entre semaglutida ou tirzepatida e diagnósticos de queda não cicatricial. Entre usuários desses medicamentos, quem apresentou queda tinha menor IMC no acompanhamento. Os autores consideram a participação do estresse fisiológico associado à perda de peso uma hipótese relevante. [1] Esse achado não demonstra uma relação linear em que cada quilo perdido provoca determinada quantidade de fios a menos. Menor IMC no acompanhamento também não informa, por si só, a velocidade com que cada pessoa emagreceu. Na consulta, descreva a trajetória do peso e como você se sentiu durante o tratamento. A equipe pode interpretar essas informações junto com o restante do histórico, sem estabelecer uma meta de emagrecimento baseada em uma fotografia do cabelo. Por que estudos de cirurgia bariátrica não são uma receita para GLP-1? Uma meta-análise de 2025 reuniu 41 estudos sobre cirurgia metabólica e bariátrica e confirmou que a queda capilar é frequente nesse contexto. Entretanto, uma cirurgia pode envolver mudanças anatômicas, restrições e necessidades de acompanhamento diferentes das de um tratamento medicamentoso. Seus resultados não podem ser transferidos diretamente para usuários de GLP-1. [2] Os dados ajudam a formular perguntas sobre alimentação e perda de peso. Não autorizam copiar doses de ferro, zinco, cobre ou multivitamínicos, nem estimar o risco individual com o percentual encontrado em pacientes operados. Imagem ilustrativa gerada por IA sobre variedade alimentar, sem proporções prescritas. Qual é o papel da alimentação durante o tratamento? Uma orientação conjunta de sociedades de nutrição e obesidade recomenda avaliar a ingestão alimentar, manejar sintomas gastrointestinais e prevenir deficiências durante o uso de GLP-1. O plano deve levar em conta a pessoa, suas condições de saúde e a possibilidade real de manter as orientações. [3] Na prática, vale levar exemplos da rotina: em quais horários você consegue comer, quais refeições passaram a ser puladas e se algum desconforto está limitando as escolhas. Essas informações são mais úteis do que dizer apenas que a alimentação ficou “boa” ou “ruim”. Um registro breve de dias habituais pode servir como ponto de partida para a conversa. Não precisa ser um diário perfeito nem um motivo para culpa: a intenção é permitir ajustes possíveis. Proteína: necessidade individual, não um número da internet A avaliação nutricional considera a adequação das fontes de proteína dentro do conjunto da alimentação. O que funciona para uma pessoa pode não atender outra, especialmente quando existem restrições, sintomas digestivos ou outras condições clínicas. O acompanhamento descrito na orientação conjunta não se resume a adicionar um suplemento proteico. [3] Converse sobre as opções que fazem parte do seu cotidiano e sobre o que consegue consumir. A foto de alimentos deste artigo ilustra variedade; não é uma prescrição de porções, combinação obrigatória ou cardápio para tratar a queda. Ferro, vitamina D e zinco: devo dosar e repor tudo? O pedido de exames e a indicação de reposição dependem da avaliação clínica. O dermatologista pode investigar condições associadas quando há suspeita, mas uma lista de vitaminas não substitui a análise da queda. Um resultado deve ser interpretado em conjunto com o histórico, e não como uma meta capilar isolada. [4] Se um exame vier alterado, peça que a equipe explique o significado: há uma deficiência? Ela precisa de correção por razões de saúde? Qual é sua possível participação na queixa capilar? Essas perguntas evitam transformar qualquer valor fora da referência na única explicação para o cabelo. Também importa informar os suplementos que já utiliza. Duas embalagens diferentes podem conter o mesmo ingrediente; por isso, leve os rótulos em vez de apenas os nomes comerciais. Suplementos para cabelo têm evidência? Uma revisão sistemática publicada no JAMA Dermatology em 2023 encontrou sinais de benefício para algumas intervenções nutricionais em pessoas com queda, inclusive sem deficiência conhecida na entrada dos estudos. Os autores destacaram a necessidade de interpretar os resultados conforme o desenho de cada trabalho e de realizar pesquisas maiores. [5] Essa conclusão não significa que todas as fórmulas funcionam, nem comprova prevenção da queda em usuários de GLP-1. Produtos, diagnósticos e populações diferentes não são intercambiáveis. A decisão pode envolver benefícios esperados, riscos, custo e alternativas. Uma pergunta útil antes de comprar é: “Qual necessidade este produto atenderia no meu caso?”. Se não houver uma resposta clara, vale discutir a indicação antes de acrescentá-lo à rotina. Mais suplementos não significam mais proteção A American Academy of Dermatology alerta que o excesso de determinados nutrientes, como vitamina A e selênio, pode estar relacionado à queda capilar. A biotina também exige atenção por poder interferir em alguns exames laboratoriais, conforme alerta da FDA. [6] [7] Não interrompa uma reposição prescrita sem orientação. O objetivo é revisar o conjunto do que você usa com a equipe e evitar iniciar ou somar produtos por conta própria. Cena ilustrativa gerada por IA; não representa equipe ou serviço específico da clínica. Como organizar o acompanhamento? Você pode preparar a consulta em três blocos: trajetória do peso e do tratamento; mudanças no cabelo; alimentação, sintomas e produtos utilizados. Leve exames anteriores e informe quem acompanha a prescrição do medicamento. Ao final, procure sair sabendo quais hipóteses serão acompanhadas, que mudanças foram combinadas e quando retornar. Não ajuste o ritmo do tratamento ou as aplicações apenas para “testar” uma melhora no cabelo. Se a queda já está acontecendo, veja o guia de avaliação e tratamento individualizado. Se a principal dúvida é a diferença entre queda e afinamento, consulte o artigo sobre eflúvio telógeno e alopecia androgenética. Perguntas frequentes Existe uma dose de suplemento que previna queda para todos os usuários de GLP-1? Não há um esquema universal comprovado para esse objetivo. Alimentação, possíveis deficiências e diagnóstico capilar precisam ser avaliados individualmente. Posso seguir as vitaminas indicadas para quem fez bariátrica? Não se deve copiar esse esquema sem orientação. Cirurgia bariátrica e tratamento medicamentoso podem exigir cuidados nutricionais diferentes. Se meu peso estabilizar, o cabelo vai voltar imediatamente? Não é possível prometer recuperação imediata. A evolução depende do diagnóstico, dos desencadeantes e de condições que possam estar associadas. A Clínica Leilane Catricala tem unidades na Vila Nova Conceição, em São Paulo, e em São Caetano do Sul. Agende uma avaliação dermatológica para investigar sua queda de cabelo. Referências Katragadda R et al. Coorte TriNetX sobre alopecia não cicatricial em adultos tratados com GLP-1. The Laryngoscope, 2026. Taghizadeh N et al. Revisão sistemática e meta-análise sobre queda capilar após cirurgia metabólica e bariátrica. Obesity Surgery, 2025. Mozaffarian D et al. Orientação conjunta sobre prioridades nutricionais durante terapias GLP-1. Obesity, 2025. American Academy of Dermatology. Hair loss: Diagnosis and treatment. Drake L et al. Revisão sistemática sobre segurança e efetividade de suplementos para queda capilar. JAMA Dermatology, 2023. American Academy of Dermatology. Hair loss: Tips for managing. FDA. Interferência da biotina em exames laboratoriais. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 07/09/2026. Data editorial: 10/09/2026.

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Tratamento da queda de cabelo durante o uso de GLP-1: avaliação e cuidado individualizado

O cabelo começou a cair durante o tratamento com semaglutida ou tirzepatida? O primeiro passo é esclarecer o diagnóstico. A queda pode envolver mudanças associadas ao emagrecimento, uma condição capilar preexistente ou outros fatores. O medicamento faz parte da investigação, mas não explica automaticamente todo o quadro. O tratamento da queda de cabelo durante o uso de GLP-1 deve ser individualizado. Em vez de começar por um pacote de vitaminas ou sessões, a proposta é entender o que precisa ser tratado e acompanhar a resposta. O que pode explicar a queda durante o emagrecimento? A perda de peso é um possível contexto de eflúvio telógeno, uma alteração do ciclo dos fios. Uma pesquisa clínica de 2024 descreveu esse diagnóstico em pessoas que haviam emagrecido, reforçando a importância de investigar a trajetória do peso. O estudo não define um protocolo para quem usa GLP-1 nem permite atribuir a queda exclusivamente ao remédio. [1] Para conhecer melhor a diferença entre os achados das pesquisas e o diagnóstico individual, leia o que se sabe sobre GLP-1 e queda de cabelo. Cena fictícia gerada por IA; não documenta exame de paciente real. Como diferenciar eflúvio de outras causas? O raciocínio diagnóstico considera quando a mudança começou, onde ela aparece e o que existia antes. Eflúvio telógeno e alopecia androgenética estão entre as condições descritas na literatura sobre usuários desses medicamentos, mas não são as únicas possibilidades. A revisão científica de 2026 ressalta que a causa dessa associação ainda precisa ser esclarecida. [2] A consulta pode incluir exame dos fios e do couro cabeludo e, conforme a hipótese, exames complementares. Não existe uma lista de exames obrigatória para todos. O pedido deve responder a uma pergunta clínica, não apenas aumentar o número de resultados disponíveis. [3] Levar exames que já foram feitos pode ajudar a evitar repetição desnecessária. Não é preciso comprar um “check-up capilar” antes da primeira avaliação: a necessidade de investigação pode ser definida nela. Quando procurar atendimento mais cedo? Antecipe a avaliação se aparecerem falhas delimitadas, perda de pelos em outras regiões, dor, ardor importante ou lesões no couro cabeludo. Feridas com secreção e descamação acentuada também merecem atenção. Não considere esses sinais automaticamente parte do emagrecimento. [4] Ao pedir o agendamento, descreva esses sintomas à equipe, além de mencionar a queda. Isso ajuda a comunicar a necessidade de avaliação; o diagnóstico será estabelecido no atendimento médico. Cuidados de rotina e tratamento médico: qual a diferença? A rotina é parte do cuidado, mas não substitui a escolha de uma conduta para o diagnóstico identificado. Abaixo estão possibilidades a discutir, não etapas que todas as pessoas terão de cumprir. Possibilidades de cuidado e limites da indicação Possibilidade Quando pode entrar no plano O que não se deve presumir Acompanhamento clínico Para avaliar evolução e possíveis desencadeantes. Que observar significa abandonar a queixa. Ajuste do cuidado nutricional Quando a avaliação identifica dificuldades ou necessidades alimentares. Que toda queda comprova falta de vitaminas. Reposição de nutrientes Quando há indicação fundamentada na avaliação. Que doses maiores produzirão mais cabelo. Medicamentos para a condição capilar Conforme diagnóstico, riscos e situação clínica. Que a receita de outra pessoa serve para o mesmo sintoma. Procedimentos complementares Somente se houver indicação específica e discussão das evidências. Que são obrigatórios por haver uso de GLP-1. Alimentação e suplementos É útil coordenar o cuidado com quem acompanha o tratamento metabólico e, quando necessário, com nutricionista. Uma orientação conjunta de sociedades médicas recomenda atenção às mudanças de ingestão e ao manejo de sintomas gastrointestinais durante o uso de GLP-1. Isso não equivale a uma prescrição universal de suplementos. [5] Informe tudo o que já utiliza, inclusive produtos “para cabelo e unhas”. A biotina, presente em alguns deles, pode interferir em determinados exames laboratoriais. Avise o médico e o laboratório; a orientação sobre eventual ajuste antes da coleta depende do produto e do exame. [6] Minoxidil é necessário para todo mundo? Não. Minoxidil pode ser considerado em determinadas condições capilares, mas não é uma resposta automática à queixa de queda. A decisão sobre formulação e acompanhamento é médica. O uso oral para alopecia é off-label — fora da indicação aprovada em bula — e exige análise de contraindicações, precauções e monitoramento. Um consenso internacional de 2025 orienta essa seleção, sem estabelecer um tratamento específico para queda associada a GLP-1. [7] Antes de iniciar qualquer opção, o paciente deve entender qual diagnóstico está sendo tratado, que benefício se espera, quais riscos precisam ser discutidos e quando o plano será reavaliado. E laser, microinfusão ou outras tecnologias? A escolha de um recurso complementar vem depois da avaliação. A existência de uma tecnologia não torna sua aplicação necessária para qualquer pessoa que esteja perdendo cabelo. Na conversa sobre procedimentos, vale perguntar: há evidência para o meu diagnóstico? Qual é a alternativa sem procedimento? Como será avaliada a resposta? Um plano personalizado pode combinar medidas, mas também pode ser mais simples. A quantidade de intervenções não deve ser a medida de qualidade do atendimento. Vídeo complementar: Fotona HAIRestart e avaliação individual Neste vídeo de 2023, a Dra. Leilane apresenta o HAIRestart. O assunto é tratamento capilar em geral, não um protocolo validado para queda relacionada a GLP-1. A indicação de um procedimento deve considerar o diagnóstico, alternativas e riscos. Abrir o vídeo no YouTube. Uma observação clínica publicada em 2025 avaliou laser Er:YAG não ablativo em alopecia androgenética, mas seus autores destacaram a necessidade de estudos controlados. Esses resultados não comprovam benefício específico no eflúvio associado a GLP-1. Também não se deve interpretar o vídeo como promessa de ausência de dor, riscos ou tempo de recuperação para todos. [9] Cena fictícia gerada por IA para ilustrar decisões compartilhadas. O que esperar do acompanhamento? Nos quadros de eflúvio, a evolução costuma ser avaliada ao longo de meses, e o volume pode demorar mais a se recuperar do que a queda leva para diminuir. Uma condição associada pode exigir outro horizonte de tratamento. Não é possível prometer recuperação completa ou uma data exata antes de esclarecer o quadro. [8] O acompanhamento deve deixar claro o que será observado, quando retornar e quais mudanças precisam ser comunicadas antes. Se o plano não estiver sendo viável na rotina, essa informação também deve ser levada à consulta. Perguntas sobre avaliação e agendamento Preciso parar a semaglutida ou a tirzepatida para tratar o cabelo? Não se deve interromper ou ajustar o medicamento por conta própria. A avaliação dermatológica ajuda a orientar uma conversa com o profissional que acompanha a prescrição. Preciso fazer exames antes da consulta? Não há um painel obrigatório para todos. Leve os resultados que já possui; exames adicionais podem ser solicitados conforme o histórico e o exame médico. A consulta já inclui um protocolo de procedimentos? Não há um protocolo único indicado apenas pelo uso de GLP-1. A proposta de cuidado depende do diagnóstico e da avaliação individual, inclusive quanto à necessidade de procedimentos. Onde posso agendar a avaliação? Na Clínica Leilane Catricala, nas unidades Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul. A equipe informa disponibilidade e orientações para o atendimento pelo WhatsApp. Avaliação dermatológica em São Paulo e São Caetano do Sul Se a queda começou ou se intensificou durante o emagrecimento, uma avaliação pode ajudar a organizar as próximas decisões. Leve o nome dos medicamentos, o histórico aproximado do peso e informações sobre quando percebeu a mudança no cabelo. A Clínica Leilane Catricala tem unidades na Vila Nova Conceição e em São Caetano do Sul. Para quem mora em Santo André ou São Bernardo do Campo, a unidade do ABC fica em São Caetano do Sul. Agende sua avaliação dermatológica pelo WhatsApp. Informe à equipe a unidade de sua preferência. Referências Kang DH et al. Estudo retrospectivo sobre eflúvio telógeno associado à perda de peso. Annals of Dermatology, 2024. Gupta AK et al. Revisão sistemática sobre terapias GLP-1 e queda capilar. Science Progress, 2026. American Academy of Dermatology. Hair loss: Diagnosis and treatment. American Academy of Dermatology. Hair loss: Signs and symptoms. Mozaffarian D et al. Orientação conjunta sobre prioridades nutricionais durante terapias GLP-1. Obesity, 2025. FDA. Interferência da biotina em exames laboratoriais. Consenso internacional sobre início de minoxidil oral em baixa dose. JAMA Dermatology, 2025. American Academy of Dermatology. Do you have hair loss or hair shedding? Zhang et al. Nonablative Er:YAG Laser Treatment of Androgenetic Alopecia: A Clinical Observation. Dermatologic Therapy, 2025. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 06/09/2026. Data editorial: 09/09/2026.

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Eflúvio telógeno ou alopecia androgenética? Como diferenciar queda e afinamento

Mais fios no banho e uma divisão do cabelo cada vez mais larga não são necessariamente a mesma alteração. Depois de emagrecer, pode ficar difícil distinguir uma queda recente de um afinamento que já vinha acontecendo. Reconhecer essa diferença é uma das razões para examinar o couro cabeludo antes de escolher um tratamento. Eflúvio telógeno e alopecia androgenética podem fazer parte dessa investigação, inclusive em quem usa semaglutida ou tirzepatida. As ilustrações deste artigo ajudam a entender os termos; não permitem diagnosticar o próprio cabelo por comparação. Ilustração original gerada por IA com regiões aproximadas; não é uma ferramenta de autodiagnóstico. O que observar: queda, afinamento ou falha? Uma descrição inicial útil separa a perda difusa, o afinamento que segue um padrão e as falhas localizadas. O médico usa essas pistas junto com o histórico e o exame, e não como três caixas nas quais o paciente precisa se encaixar sozinho. [1] Na consulta, tente descrever a mudança que você realmente percebeu. Por exemplo: “Desde determinado mês há mais fios soltos” ou “Nas fotos antigas, a divisão do cabelo parecia menos larga”. As duas observações podem ser relevantes, mesmo quando acontecem juntas. Eflúvio telógeno: uma alteração no ciclo dos fios No eflúvio telógeno, mais fios entram na fase de repouso e se desprendem. A queda costuma ser espalhada e pode aparecer meses depois de um desencadeante, como uma doença, cirurgia, parto ou perda importante de peso. Nem sempre se identifica um único fator. [2] O intervalo entre o acontecimento e o sintoma explica por que a investigação não se limita à última semana. Organizar datas aproximadas ajuda mais do que tentar contar todos os fios que caem. Para o contexto dos medicamentos, consulte também o que a ciência mostra sobre GLP-1, emagrecimento e queda capilar. Alopecia androgenética: o que significa afinamento em padrão? Na alopecia androgenética, também chamada de calvície de padrão, ocorre miniaturização: os fios de determinadas regiões se tornam progressivamente mais finos. Predisposição genética e sinalização hormonal participam do processo. São comuns alterações nas entradas e no vértice em homens e o alargamento da divisão central em mulheres, mas existem variações. [1] As figuras abaixo mostram exemplos educativos, não graus de uma escala e não resultados de tratamento. A aparência de uma imagem isolada não mostra a história do paciente nem confirma a causa do afinamento. Personagens fictícios gerados por IA; exemplos independentes, não antes e depois nem graus de uma escala. Frontal, topo e vértice: onde ficam essas regiões? A região frontal fica próxima à testa. O topo corresponde à parte superior central do couro cabeludo. O vértice é a região da coroa, mais posterior, onde frequentemente se encontra o redemoinho. Esses nomes ajudam a registrar onde há mudanças. Localização não equivale a diagnóstico. Uma pessoa pode notar uma região mais evidente por causa do penteado, da iluminação ou de uma alteração real. O exame e a comparação cuidadosa ao longo do tempo ajudam a interpretar o conjunto. Para que servem as escalas Hamilton–Norwood, Ludwig e BASP? Essas classificações organizam a descrição da alopecia em padrão. Hamilton–Norwood é usada principalmente no padrão masculino; Ludwig descreve graus do padrão feminino; BASP combina características da linha frontal e da distribuição do afinamento. Elas ajudam a registrar o quadro, não substituem a avaliação nem definem uma prescrição sozinhas. A revisão de alopecia androgenética de 2025 aborda essas ferramentas. [3] Não é preciso chegar à consulta sabendo seu “grau”. Uma pergunta mais útil é: “Que mudanças foram identificadas no meu exame e o que elas significam para o acompanhamento?”. Os dois problemas podem existir ao mesmo tempo? Sim. Um eflúvio pode coexistir com alopecia em padrão, e uma queda recente pode tornar mais perceptível um afinamento anterior. Nessa situação, acompanhar apenas a quantidade de fios soltos pode não representar toda a evolução do cabelo. [2] Isso não significa que emagrecer tenha criado uma predisposição genética. Também não permite concluir que uma mudança hormonal específica provocou o afinamento sem investigação. No histórico, interessa saber o que já existia antes, o que mudou recentemente e o que o exame mostra hoje. Ilustração conceitual gerada por IA; não é uma tricoscopia ou medição real. Como a tricoscopia ajuda? A tricoscopia é a observação ampliada do couro cabeludo e dos fios. Ela pode ajudar o dermatologista a reconhecer características de diferentes condições capilares, como variações na espessura dos fios e alterações ao redor dos folículos. A interpretação depende do conjunto dos achados. [1] Uma ilustração ampliada é diferente de uma imagem de exame: não representa a tricoscopia de um paciente real, não contém uma medição e não deve ser usada para comparar números em casa. Quais exames de sangue são necessários? Exames laboratoriais são escolhidos conforme as hipóteses levantadas. A investigação pode considerar, por exemplo, alterações do ferro ou da tireoide quando o contexto indicar. Não há um painel universal que substitua o exame do couro cabeludo. [4] Leve resultados anteriores e a lista dos produtos utilizados. Se aparecer a indicação de um novo exame, vale perguntar que dúvida ele procura esclarecer e como o resultado poderá mudar a conduta. O que muda no tratamento? A mesma queixa pode levar a planos diferentes. Em um caso, a prioridade pode ser reconhecer e acompanhar um desencadeante; em outro, pode haver uma condição de afinamento que também precisa de cuidado. A presença de mais de um problema deve ser explicada ao paciente, para que ele entenda o objetivo de cada medida. O guia de avaliação e tratamento da queda durante o uso de GLP-1 reúne as perguntas que ajudam nessa decisão. Não há indicação automática de uma combinação de procedimentos apenas porque a queda apareceu durante o emagrecimento. Perguntas frequentes Alopecia androgenética é a mesma coisa que eflúvio telógeno? Não. São condições diferentes que podem coexistir. O diagnóstico precisa considerar o padrão das alterações, o histórico e o exame dermatológico. Posso descobrir meu diagnóstico olhando as figuras? Não. As imagens são ilustrações educativas, sem finalidade diagnóstica. Não mostram todas as apresentações possíveis e não substituem o exame. Preciso saber minha classificação antes de agendar? Não. Leve suas observações, exames anteriores e dúvidas. A descrição e a classificação do quadro fazem parte da avaliação profissional. A Clínica Leilane Catricala atende na Vila Nova Conceição, em São Paulo, e em São Caetano do Sul. Converse com a equipe para agendar uma avaliação capilar. Referências Dakkak M, Forde KM, Lanney H. Hair Loss: Diagnosis and Treatment. American Family Physician, 2024. British Association of Dermatologists. Telogen effluvium. Liu Y et al. Androgenetic alopecia. Nature Reviews Disease Primers, 2025. Referência científica; figura original não reproduzida. American Academy of Dermatology. Hair loss: Diagnosis and treatment. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 06/09/2026. Data editorial: 08/09/2026.

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