CLÍNICA LEILANE CATRICALA

A Clínica Leilane Catricala tem foco na dermatologia e medicina estética, projetada como uma Clínica Boutique Premium, pensando em cada detalhe para oferecer excelência aos nossos pacientes.

Atendemos em duas unidades: Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul - SP. Desde 2019, já são mais de 10.000 procedimentos estéticos e mais de 6.000 consultas médicas realizadas, sempre com o mesmo padrão de cuidado e atenção a cada detalhe.

Nossa equipe médica — formada por dermatologistas, ginecologista e cirurgiã vascular — é amplamente reconhecida em São Paulo e em toda a região do ABC, sob o comando da Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista, com atendimento humanizado e focado nos desejos de cada paciente.

Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista — CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960

Contamos com equipamentos como o Laser Fotona Dynamis NX, o Fotona Starwalker e o Ultraformer III, trazendo aos nossos pacientes as tecnologias mais avançadas disponíveis no mercado mundial.

Oferecemos tratamentos estéticos modernos para queixas como lifting facial, rejuvenescimento, melasma, manchas, rugas, olheiras e redução de papada, além de procedimentos como preenchimentos e toxinas e lasers como o Fotona 4D.

Visão: acreditamos que envelhecer com qualidade de vida é o futuro.

Missão: promover o bem-estar de nossos pacientes para que se sintam sempre melhores.

Valores: ética e integridade em cada atendimento.

Unidade São Caetano: Rua Monte Alegre, 110 - Bairro Santo Antônio - São Caetano do Sul - SP, CEP 09531-110

Unidade Vila Nova Conceição: R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 - Bairro Vila Nova Conceição - São Paulo - SP, CEP 04544-001

Contamos com salas de atendimento elegantes e modernas, jardins para relaxar e um Espaço Laser avançado.

Clínica Leilane Catricala

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8 erros de skincare que podem piorar a acne e a oleosidade

Quando a acne piora, a reação mais comum é aumentar a limpeza, acrescentar ácidos e tentar secar cada espinha. O problema é que uma rotina agressiva pode danificar a barreira cutânea, aumentar ardor e descamação e tornar o tratamento mais difícil de manter. Skincare ajuda, mas não substitui medicamentos quando há inflamação persistente, nódulos ou risco de cicatrizes. O objetivo da rotina é apoiar o controle da doença sem criar um segundo problema: uma pele irritada por excesso de intervenção. Vídeo: cinco cuidados para evitar espinhas e cravos Neste vídeo de 2023, a Dra. Leilane Catricala apresenta orientações práticas sobre limpeza, hidratação, alimentação e procura por tratamento. Como recomendações evoluem, considere a atualização do texto logo abaixo: a limpeza costuma ser gentil e realizada duas vezes ao dia, produtos com ativos não têm frequência universal, água ou alimentos isolados não “desintoxicam” a acne e limpeza de pele não é obrigatória para todas as pessoas. 1. Lavar o rosto muitas vezes ou esfregar até “sentir limpo” Oleosidade não é sujeira, e acne não aparece por falta de força na lavagem. Buchas, escovas, esfoliantes físicos e sabonetes muito agressivos podem aumentar irritação sem corrigir a obstrução que começa dentro do folículo. O NICE orienta o uso de um produto de limpeza não alcalino, de pH neutro ou levemente ácido, em geral duas vezes ao dia nas áreas propensas à acne. A American Academy of Dermatology também recomenda lavar com as pontas dos dedos e evitar fricção. Uma alternativa mais gentil: use água morna, um limpador compatível com sua pele e uma toalha macia apenas para encostar, sem esfregar. Após suor intenso, faça uma limpeza suave quando possível. 2. Misturar vários ácidos e secativos de uma vez Ácido salicílico, retinoides, peróxido de benzoíla e outros ativos podem ter lugar no tratamento, mas empilhar tudo sem estratégia aumenta a chance de ardor, vermelhidão e descamação. A irritação pode piorar a aparência das lesões e favorecer manchas pós-inflamatórias, especialmente em fototipos mais altos. Mais produto não significa resposta mais rápida. Concentração, veículo, quantidade, ordem e frequência interferem tanto quanto o nome do ingrediente. Uma alternativa mais gentil: introduza apenas o que faz parte do plano, respeitando a adaptação da pele. Se houver queimação persistente, fissuras ou inchaço, interrompa improvisações e peça orientação. 3. Evitar hidratante porque a pele é oleosa Pele oleosa também pode ficar desidratada ou com a barreira comprometida. Vários tratamentos para acne ressecam e irritam; sem suporte adequado, a pessoa pode reduzir o uso ou abandonar justamente o medicamento que trataria as lesões. O hidratante não precisa ser pesado. Fórmulas não comedogênicas, em textura compatível com a pele, podem melhorar conforto e tolerância. O rótulo diminui a probabilidade de obstrução, mas a resposta individual ainda precisa ser observada. Uma alternativa mais gentil: escolha um hidratante simples, sem acrescentar vários ativos ao mesmo tempo. A quantidade e o momento de aplicação podem ser ajustados conforme o tratamento. 4. Usar maquiagem, protetor ou produto capilar que obstrui os poros Maquiagem não é proibida para quem tem acne. O problema pode estar em fórmulas muito oclusivas, na remoção incompleta ao final do dia ou na soma de muitas camadas que a pele não tolera. Pomadas, óleos e finalizadores de cabelo também podem tocar a testa e as têmporas e contribuir para cravos nessa região. Capacetes, faixas e bonés associados a calor, suor e atrito podem favorecer acne mecânica. Uma alternativa mais gentil: procure as expressões “não comedogênico”, “oil-free” ou “não obstrui os poros” e retire a maquiagem suavemente antes de dormir. Observe também tudo o que entra em contato repetido com a área afetada. 5. Espremer, cutucar ou tentar furar lesões profundas Manipular uma espinha pode empurrar inflamação para tecidos mais profundos, prolongar a lesão e aumentar o risco de manchas e cicatrizes. Nódulos dolorosos não têm necessariamente uma abertura que permita “limpá-los”. Agulhas, extratores e receitas caseiras acrescentam risco de trauma e contaminação. A melhora imediata no volume aparente pode custar uma marca duradoura. Uma alternativa mais gentil: mantenha as mãos afastadas e procure avaliação quando houver lesões profundas, recorrentes ou dolorosas. Em situações selecionadas, a dermatologista pode realizar procedimentos seguros para reduzir inflamação. 6. Passar o tratamento apenas em cima da espinha visível A acne começa com o microcomedão, uma obstrução ainda invisível. Tratar apenas o ponto inflamado ignora lesões que estão se formando na pele ao redor. Certos medicamentos tópicos são planejados para toda a área propensa à acne, não como secativo pontual. Isso não significa espalhar qualquer ácido pelo rosto. Alguns produtos realmente têm uso localizado, e regiões sensíveis podem exigir proteção. Uma alternativa mais gentil: confirme com a dermatologista onde e como aplicar cada item. A quantidade correta costuma ser pequena; criar uma camada grossa raramente aumenta o benefício. 7. Trocar de produto toda semana Tratamentos de acne precisam de tempo. Segundo o NICE, efeitos positivos podem levar de seis a oito semanas para começar a ser percebidos, e muitos esquemas iniciais são reavaliados em torno de 12 semanas. Mudar tudo a cada nova espinha impede avaliar tolerância e resposta. Persistência não significa suportar uma reação importante. Inchaço, bolhas, dor intensa, alergia ou piora rápida pedem contato com o profissional. Uma alternativa mais gentil: mantenha uma rotina simples e registre alterações. Ajuste o plano nas reavaliações, em vez de alternar tendências de redes sociais. 8. Copiar a rotina de outra pessoa sem confirmar o diagnóstico Duas peles com “bolinhas vermelhas” podem ter condições diferentes. Rosácea, dermatite perioral e foliculite podem parecer acne, mas respondem a outras estratégias. Até dentro da acne, cravos, pústulas e nódulos não recebem necessariamente a mesma abordagem. Também mudam as contraindicações. Gravidez, amamentação, alergias, outros medicamentos e tendência a hiperpigmentação precisam ser considerados antes de repetir uma receita vista na internet. Uma alternativa mais gentil: use conteúdo on-line para formular perguntas, não para copiar prescrições. O guia completo sobre tratamento de acne ativa mostra por que a avaliação vem antes da escolha do produto ou procedimento. Checklist de uma rotina mais coerente Limpeza suave, sem escovas ou esfoliação agressiva. Poucos produtos, cada um com função definida. Hidratante não comedogênico quando houver necessidade. Fotoproteção de amplo espectro em fórmula compatível com pele acneica. Maquiagem removida ao final do dia. Nada de espremer lesões. Tempo suficiente para avaliar resposta, salvo reação adversa. Avaliação diante de dor, nódulos, cicatrizes ou dúvida diagnóstica. Perguntas frequentes Pele oleosa precisa de hidratante? Pode precisar, especialmente quando o tratamento causa ressecamento ou irritação. A escolha deve privilegiar fórmula não comedogênica e textura compatível com a pele. Quantas vezes devo lavar o rosto? Diretrizes geralmente orientam limpeza gentil duas vezes ao dia e depois de suor intenso. Necessidades individuais podem mudar diante de sensibilidade ou outra doença de pele. Esfoliante ajuda a retirar cravos? Esfoliação física intensa não remove a causa dos cravos e pode irritar. Ativos queratolíticos e retinoides podem ser considerados, mas precisam ser escolhidos conforme o quadro. Posso usar maquiagem se tenho acne? Sim. Prefira fórmulas não comedogênicas e retire-as suavemente ao final do dia. Se perceber um padrão de piora, revise os produtos e aplicadores. Quando devo procurar dermatologista? Quando há nódulos dolorosos, cicatrizes, manchas persistentes, piora rápida, sofrimento emocional, dúvida sobre o diagnóstico ou ausência de melhora com uma rotina bem conduzida. Onde revisar sua rotina para acne em São Paulo e no ABC? Quando a rotina provoca irritação, não controla as lesões ou surgem marcas, a Clínica Leilane Catricala oferece avaliação dermatológica nas unidades de Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Pacientes de Santo André e São Bernardo do Campo podem ser atendidos na unidade de São Caetano do Sul. Não existem unidades da clínica nessas duas cidades. Confirme o endereço e o agendamento com a equipe. Referências National Institute for Health and Care Excellence. Acne vulgaris: recommendations. Atualizada em 2026. American Academy of Dermatology. Acne: tips for managing. American Academy of Dermatology. Moisturizer: why you may need it if you have acne. Reynolds RV et al. Guidelines of care for the management of acne vulgaris. Journal of the American Academy of Dermatology. 2024. Texto preparado e revisado da Dra. Leilane Velloni Pantano CatricalaMédica dermatologista e responsável técnicaCRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960Data editorial: 04/09/2026 Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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Tratamento de acne ativa: do skincare aos medicamentos e procedimentos em consultório

Acne ativa tem tratamento, mas a escolha não depende apenas de a pele ser “oleosa” ou da quantidade de espinhas no dia da consulta. Cravos, pápulas, pústulas e nódulos têm profundidades e riscos diferentes. Idade, fototipo, sensibilidade, possibilidade de gestação, medicamentos, presença de manchas e tendência a cicatrizes também mudam o plano. Na maior parte dos casos, o tratamento combina uma rotina de cuidados que preserve a barreira cutânea com medicamentos dirigidos a mais de um mecanismo da doença. Procedimentos podem ser acrescentados para objetivos específicos, desde que não sejam apresentados como substitutos automáticos da terapia médica. Na Clínica Leilane Catricala, o planejamento pode reunir diferentes ferramentas em protocolos combinados e personalizados após a avaliação dermatológica. Não existe uma “receita de bolo”: a combinação muda conforme o tipo de acne, a presença de inflamação ou cicatrizes, o fototipo, a tolerância e o histórico de cada paciente. O que é acne ativa? Acne é uma doença inflamatória da unidade pilossebácea. Ela envolve obstrução do folículo, alterações do sebo, interação com o microbioma — incluindo a Cutibacterium acnes — e ativação da inflamação. “Acne ativa” significa que novas lesões ainda estão surgindo. Elas podem ser não inflamatórias, como cravos, ou inflamatórias, como pápulas, pústulas e nódulos. Manchas e cicatrizes são consequências possíveis, mas precisam ser diferenciadas das lesões em atividade. Nem toda lesão parecida com espinha é acne Rosácea pode causar vermelhidão, pápulas e pústulas, geralmente sem cravos. Dermatite perioral costuma produzir pequenas lesões ao redor da boca, do nariz ou dos olhos. Foliculites, acne induzida por medicamentos e outras dermatoses também podem ter aparência semelhante. O diagnóstico diferencial é especialmente importante quando há coceira intensa, ardor, vermelhidão persistente, lesões muito uniformes ou ausência de resposta a tratamentos usuais. Aplicar vários ácidos sem confirmar a causa pode aumentar irritação e atrasar a conduta correta. Sinais de alerta e quando procurar dermatologista Não é necessário esperar a acne ficar grave. Avaliação precoce é indicada quando surgem lesões profundas ou dolorosas, cicatrizes, manchas persistentes, piora rápida ou impacto emocional importante. Acne extensa no peito e nas costas também pode exigir um plano sistêmico. Em mulheres adultas, ciclos menstruais irregulares, aumento de pelos, queda de cabelo em padrão sugestivo ou início súbito justificam investigação de fatores hormonais. Gravidez, tentativa de engravidar e amamentação devem ser informadas, pois interferem diretamente na segurança de diversos medicamentos. Como é feita a avaliação? A dermatologista identifica os tipos de lesão, a distribuição, a gravidade, o risco de cicatriz e o grau de pigmentação pós-inflamatória. Também pergunta sobre duração, tratamentos anteriores, alergias, medicamentos, suplementos, contracepção, rotina de skincare e produtos capilares. Exames laboratoriais não são obrigatórios em todos os casos. Eles podem ser solicitados diante de sinais de alteração hormonal, suspeita de doença associada ou necessidade de acompanhar determinada terapia sistêmica. A consulta também avalia o impacto sobre autoestima, trabalho e vida social. Diretrizes reconhecem que o sofrimento causado pela acne nem sempre acompanha a contagem de lesões e deve fazer parte da decisão terapêutica. A rotina de skincare que acompanha o tratamento Limpeza gentil Diretrizes do NICE recomendam um produto de limpeza não alcalino, de pH neutro ou levemente ácido, geralmente duas vezes ao dia nas áreas propensas à acne. Esfregar com buchas, escovas ou grânulos não desentope o folículo e pode intensificar a irritação. Depois de suor intenso, pode ser útil limpar a pele de forma suave. A frequência e o produto são ajustados quando há ressecamento, dermatite ou tratamento irritativo. Hidratação também pode ser necessária Pele acneica pode ficar desidratada, especialmente durante o uso de retinoides, peróxido de benzoíla, ácidos ou isotretinoína. Um hidratante não comedogênico escolhido para a sensibilidade da pele pode melhorar a tolerância e facilitar a continuidade do tratamento. Fotoproteção Protetor solar não trata a causa da acne, mas ajuda a reduzir dano solar e contraste das manchas pós-inflamatórias. A fórmula deve ser confortável, não comedogênica e compatível com o fototipo e com os medicamentos utilizados. Maquiagem e produtos capilares Maquiagem não precisa ser abolida. Prefira formulações não comedogênicas e retire-as ao final do dia sem fricção excessiva. Óleos, pomadas e finalizadores capilares em contato com testa e têmporas também podem contribuir para obstrução em pessoas predispostas. Medicamentos tópicos: diferentes mecanismos no mesmo plano As diretrizes atuais favorecem combinações que atuem em mais de uma etapa da doença. A seleção, a forma de introdução e a frequência precisam considerar tolerância, localização, gravidade e fases como gestação e amamentação. Retinoides tópicos Derivados da vitamina A ajudam a normalizar a queratinização dentro do folículo, tratar cravos e prevenir novas lesões. Podem causar ressecamento, ardor e descamação no início, por isso a adaptação da rotina é importante. Retinoides são contraindicados durante a gravidez e não devem ser iniciados sem orientação nessa fase. Peróxido de benzoíla Atua contra a C. acnes e participa do controle da inflamação sem gerar resistência bacteriana da mesma forma que antibióticos. Pode irritar e descolorir tecidos. É frequentemente associado a outras terapias, inclusive quando um antibiótico faz parte do plano. Ácido azelaico e ácido salicílico O ácido azelaico pode ajudar em lesões inflamatórias, obstrução e pigmentação pós-inflamatória. O ácido salicílico favorece a desobstrução do folículo em determinadas formulações. Nenhum ativo é universal: concentração, veículo e combinação influenciam tolerância e resposta. Antibióticos tópicos Podem reduzir inflamação em situações selecionadas, mas não devem ser usados isoladamente ou por tempo indeterminado. Associá-los ao peróxido de benzoíla e limitar a exposição faz parte das estratégias para reduzir resistência antimicrobiana. Quando medicamentos orais podem ser considerados? Antibióticos orais Podem ser indicados para acne inflamatória moderada ou mais extensa, sempre integrados a tratamento tópico. Diretrizes recomendam restringir sua duração e evitar monoterapia. A resposta e a necessidade de continuidade são reavaliadas, geralmente após um ciclo inicial definido pelo médico. Tratamentos hormonais para mulheres Contraceptivos orais combinados e espironolactona podem ser opções para determinadas mulheres, conforme padrão clínico, objetivos reprodutivos e histórico de saúde. Um ensaio clínico randomizado com mulheres adultas mostrou benefício da espironolactona em comparação ao placebo, mais evidente após 24 semanas do que após 12. Esses medicamentos têm contraindicações, interações e necessidades de acompanhamento. Não são adequados para todos os pacientes e não devem ser utilizados durante a gravidez. Isotretinoína oral É uma opção importante para acne grave, nodular, com risco de cicatriz ou resistente a tratamentos adequados. Também pode ser considerada quando o impacto psicossocial é intenso. A indicação exige avaliação médica, monitoramento clínico e, quando aplicável, laboratorial. A isotretinoína é altamente teratogênica: pode causar malformações graves se houver exposição durante a gestação. Prevenção de gravidez, testes e orientações de segurança precisam ser seguidos rigorosamente. Ressecamento é frequente, e outros riscos são discutidos de forma individual. Procedimentos em consultório A clínica dispõe de recursos como limpeza de pele com extração, peelings químicos, LED e plataformas Fotona. Eles não são etapas obrigatórias nem um pacote fixo: cada recurso só entra no protocolo quando houver indicação individualizada. A equipe pode confirmar a disponibilidade na unidade escolhida. Extração de comedões A extração profissional pode ser útil para cravos selecionados, desde que realizada com técnica e assepsia. Ela remove lesões existentes, mas não corrige sozinha a tendência à formação de novos microcomedões. Infiltração de lesões muito inflamadas Corticosteroide intralesional pode ser usado pela dermatologista em determinados nódulos grandes e dolorosos, com o objetivo de reduzir inflamação. Dose e técnica inadequadas podem causar atrofia ou alteração de cor, por isso não se trata de procedimento caseiro. Peelings químicos Peelings superficiais podem auxiliar na desobstrução, oleosidade, textura e pigmentação em pacientes selecionados. O agente e a intensidade dependem do fototipo, da sensibilidade e dos medicamentos em uso. Inflamação excessiva pode piorar manchas, sobretudo em peles com maior tendência à hiperpigmentação. Fotona, LED e outras terapias baseadas em luz Lasers, LED e outras fontes de luz têm sido estudados como coadjuvantes para acne ativa. Revisões recentes mostram sinais de benefício, mas grande variação entre tecnologias, protocolos e qualidade dos estudos. A evidência não permite tratar todos os equipamentos como equivalentes nem prometer substituição de medicamentos. A Clínica Leilane Catricala utiliza plataformas Fotona em protocolos relacionados tanto à acne ativa quanto às cicatrizes de acne, com objetivos diferentes em cada situação. O fabricante descreve o Nd:YAG de 1.064 nm como uma possibilidade para acne inflamatória. Já o planejamento das cicatrizes considera sua forma e profundidade. A indicação depende do tipo de lesão, fototipo, fase do tratamento e expectativa; o equipamento não define o plano antes do diagnóstico. Vídeo: como o Fotona pode entrar no planejamento Neste vídeo institucional de 2024, a Dra. Leilane apresenta o uso de comprimentos de onda Nd:YAG e Er:YAG em protocolos relacionados à acne ativa e às cicatrizes. O vídeo não deve ser interpretado como comparação de superioridade ou indicação automática: as evidências variam conforme tecnologia e protocolo, acne ativa e cicatrizes são objetivos diferentes, e a decisão depende da avaliação dermatológica. Acne ativa, manchas e cicatrizes exigem a mesma abordagem? Não. Acne ativa exige impedir novas lesões e controlar inflamação. Manchas vermelhas ou escuras são alterações pós-inflamatórias e podem demandar fotoproteção e estratégias próprias. Cicatrizes representam mudança estrutural e são classificadas conforme formato e profundidade. Quando há lesões e cicatrizes ao mesmo tempo, em geral prioriza-se o controle da atividade para não continuar criando marcas. O tratamento de cicatrizes será detalhado em uma página específica do cluster, sem misturar todas as tecnologias em uma única promessa. Comparação das principais abordagens Abordagem Objetivo principal Quando pode ser considerada Limitações e cuidados Skincare gentil Preservar a barreira e reduzir fatores cosméticos agravantes Em todas as fases Ajuda no controle, mas não substitui medicamento quando a doença exige Retinoides tópicos Tratar e prevenir obstrução folicular Cravos e diferentes graus de acne, conforme avaliação Podem irritar; contraindicados na gestação Peróxido de benzoíla e combinações Reduzir C. acnes e inflamação Acne inflamatória e associação a antibióticos Pode irritar e descolorir tecidos Antibióticos orais Controlar inflamação em quadros moderados ou extensos Por período limitado e junto ao tratamento tópico Resistência e efeitos adversos exigem uso criterioso Terapia hormonal Reduzir influência androgênica Mulheres selecionadas Contraindicações, interações e planejamento reprodutivo precisam ser avaliados Isotretinoína oral Atuar de forma ampla em acne grave, cicatricial ou resistente Após avaliação médica e critérios clínicos Teratogenicidade e outros riscos exigem controle rigoroso Peelings, laser e luz Atuar como coadjuvantes em objetivos selecionados Quando o diagnóstico e o fototipo permitem Evidência e resposta variam; há risco de irritação e pigmentação Em quanto tempo é possível avaliar a resposta? Acne não costuma mudar de forma confiável em poucos dias. Algumas terapias podem irritar no início, e novas lesões que já estavam se formando ainda podem aparecer. O NICE orienta que efeitos positivos podem levar de seis a oito semanas para se tornar perceptíveis e estrutura muitos esquemas iniciais em ciclos de 12 semanas. Esses períodos não são promessa de resultado. Reavaliações permitem verificar adesão, tolerância, surgimento de cicatrizes e necessidade de ajustar a estratégia. Trocar todos os produtos a cada semana dificulta saber o que ajudou ou irritou. Expectativas realistas O objetivo inicial é reduzir novas lesões e inflamação, preservar a barreira e prevenir cicatrizes. Manchas podem levar mais tempo para melhorar, e cicatrizes estruturais demandam outra etapa. Recorrências são possíveis, especialmente na acne adulta, por isso manutenção pode fazer parte do plano. Quantidade de consultas, duração, medicamentos, procedimentos e investimento não devem ser fechados antes da avaliação. A resposta varia conforme gravidade, tolerância, regularidade de uso e fatores individuais. Perguntas frequentes sobre tratamento de acne Como é escolhido o tratamento para acne? Não existe uma única opção superior para todos. Cravos, espinhas inflamadas, nódulos, idade, fototipo, gestação, cicatrizes e tratamentos anteriores determinam a combinação mais adequada. Skincare sozinho pode controlar a acne? Uma rotina adequada é parte do tratamento e pode ajudar quadros leves, mas acne inflamatória, persistente ou cicatricial frequentemente requer medicamentos. Cosméticos não substituem avaliação quando há risco de marcas. Laser substitui isotretinoína ou antibiótico? Não automaticamente. Tecnologias podem ser coadjuvantes em pacientes selecionados, mas têm indicações e evidências diferentes. A decisão depende da gravidade, dos riscos e dos objetivos. Posso tratar acne durante a gravidez? Sim, existem opções possíveis, mas várias terapias comuns são contraindicadas. Informe gravidez ou intenção de engravidar antes de iniciar ou manter qualquer medicamento. Espironolactona serve para qualquer pessoa? Não. É uma possibilidade para determinadas mulheres adultas, após avaliação de contraindicações, medicamentos, pressão arterial, função renal quando pertinente e planejamento reprodutivo. Antibiótico pode ser usado sozinho? Diretrizes recomendam evitar antibiótico tópico ou oral como monoterapia. Combinações adequadas, duração limitada e reavaliação ajudam a reduzir resistência bacteriana. É preciso fazer limpeza de pele? A limpeza de pele com extração pode ser indicada para alguns pacientes e ajudar em cravos selecionados, mas não é obrigatória para toda acne nem impede sozinha novas lesões. Sua necessidade é definida após avaliação personalizada e, quando indicada, integra o plano sem substituir o tratamento dos mecanismos da doença. Quantas sessões de laser são necessárias? Não há número universal. Tecnologia, objetivo, resposta e tolerância mudam entre pacientes. A indicação e o planejamento só podem ser definidos após avaliação. Quando tratar as cicatrizes? Geralmente depois que a acne ativa está controlada ou claramente em controle, para evitar que novas cicatrizes continuem surgindo. Cada tipo de cicatriz exige análise própria. Quanto custa um tratamento de acne? O investimento depende do diagnóstico e do plano, que pode envolver produtos, medicamentos, acompanhamento e procedimentos. Valores são informados depois de definir alternativas clinicamente adequadas. Onde a clínica realiza avaliação para acne em São Paulo e no ABC? As unidades físicas ficam em Vila Nova Conceição, no município de São Paulo, e em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Pacientes de Santo André e São Bernardo do Campo podem escolher a unidade de São Caetano do Sul, mas a clínica não possui endereço nessas duas cidades. Agende uma avaliação dermatológica Acne inflamatória, persistente ou com marcas merece um plano que considere a doença ativa e o risco de cicatrizes. Escolha uma das duas unidades oficiais da Clínica Leilane Catricala: Vila Nova Conceição, em São Paulo, ou São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Agendar avaliação em Vila Nova Conceição Agendar avaliação em São Caetano do Sul Falar com a equipe pelo WhatsApp Referências Reynolds RV et al. Guidelines of care for the management of acne vulgaris. Journal of the American Academy of Dermatology. 2024. National Institute for Health and Care Excellence. Acne vulgaris: management. Atualizada em 2026. Santer M et al. Effectiveness of spironolactone for women with acne vulgaris: the SAFA randomized trial. BMJ. 2023. Yuan Y et al. Topical, light-based, and complementary interventions for acne: an overview of systematic reviews. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2024. Pour Mohammad A et al. Procedural therapies for inflammatory and non-inflammatory acne vulgaris: a systematic review. Lasers in Medical Science. 2025. American Academy of Dermatology. Acne: diagnosis and treatment. Fotona. Dynamis Max clinical applications brochure. 2025. Fonte utilizada apenas para a característica técnica do equipamento. Texto preparado e revisado da Dra. Leilane Velloni Pantano CatricalaMédica dermatologista e responsável técnicaCRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960Data editorial: 02/09/2026 Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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Acne adulta: por que as espinhas continuam ou começam depois dos 25 anos?

Ter espinhas depois dos 25 anos não é incomum nem significa falta de higiene. A acne adulta é uma doença inflamatória da unidade pilossebácea — formada pelo folículo do pelo e pela glândula sebácea — e pode persistir desde a adolescência, reaparecer depois de um período de melhora ou começar somente na vida adulta. Em mulheres, oscilações hormonais podem ter participação importante, mas raramente explicam tudo sozinhas. Predisposição genética, produção de sebo, obstrução do folículo, resposta inflamatória, microbioma da pele, cosméticos e alguns fatores de estilo de vida interagem de maneiras diferentes em cada pessoa. O que é acne adulta? Em estudos e revisões, costuma-se chamar de acne adulta aquela presente após os 25 anos. A idade é uma referência clínica, não uma fronteira biológica: os mesmos mecanismos fundamentais da acne da adolescência continuam relevantes, enquanto contexto hormonal, sensibilidade da pele, rotina e risco de manchas podem mudar. As lesões podem incluir cravos abertos ou fechados, pápulas avermelhadas, pústulas, nódulos profundos e marcas posteriores. Algumas pessoas apresentam poucas lesões, porém recorrentes e dolorosas. Outras têm comprometimento mais disseminado no rosto, colo, ombros ou costas. Vídeo: acne na mulher adulta Neste vídeo de 2025, a Dra. Leilane Catricala apresenta os sinais frequentes da acne feminina adulta, a possível participação hormonal e a necessidade de um plano individualizado. O conteúdo em vídeo é uma introdução; as seções abaixo acrescentam nuances importantes: a acne adulta não aparece apenas na mandíbula, exames hormonais podem ser normais e alimentação, sono e estresse não explicam o quadro isoladamente. Persistente, tardia ou recorrente A acne persistente começa na adolescência e continua depois dos 25 anos. A de início tardio aparece pela primeira vez na vida adulta. Há ainda quadros que melhoram por anos e retornam após mudanças hormonais, medicamentosas, cosméticas ou sem um gatilho único identificável. Essa distinção ajuda a organizar o histórico, mas não define sozinha o tratamento. O tipo de lesão, a gravidade, o risco de cicatriz, a presença de manchas e as condições de saúde têm mais peso na decisão clínica. Como uma espinha se forma? A acne não é simplesmente uma infecção e também não nasce apenas do excesso de óleo. Quatro processos se conectam dentro do folículo. 1. Alteração da queratinização Células que revestem a saída do folículo podem se acumular e formar um microcomedão, a lesão inicial que ainda não é visível. Quando essa obstrução se torna aparente, surgem os cravos fechados ou abertos. 2. Produção e composição do sebo As glândulas sebáceas respondem a andrógenos, grupo de hormônios presente em mulheres e homens. Mesmo quando os exames hormonais são normais, o folículo pode apresentar maior sensibilidade local a esses sinais. Oleosidade e acne não são sinônimos. Uma pele pode ser oleosa sem lesões inflamatórias, e uma pessoa com acne pode também ter áreas sensibilizadas ou ressecadas pelo tratamento. 3. Microbioma e Cutibacterium acnes A Cutibacterium acnes faz parte do microbioma normal da pele. O problema não é simplesmente “ter bactéria”, mas a interação entre determinadas linhagens, o ambiente do folículo e a resposta imune. Por isso, tentar esterilizar a pele com antissépticos fortes não resolve a fisiopatologia e pode aumentar a irritação. 4. Inflamação A inflamação pode estar presente desde fases muito precoces. Quando se intensifica, aparecem vermelhidão, inchaço, dor e lesões mais profundas. Quanto maior e mais prolongada a inflamação, maior pode ser o risco de manchas e cicatrizes. Por que a acne pode continuar ou começar depois dos 25? Predisposição genética História familiar é um fator relevante. Ter parentes próximos com acne adulta não determina que a pessoa terá o mesmo quadro, mas indica maior predisposição. Uma revisão sistemática publicada em 2025 encontrou associação entre acne feminina adulta e histórico familiar positivo. Influência hormonal Muitas mulheres percebem piora antes da menstruação, após iniciar ou interromper determinados contraceptivos, durante transições reprodutivas ou em outras fases de oscilação hormonal. A distribuição no queixo e na mandíbula é frequente, mas não é obrigatória nem confirma, por si só, uma causa hormonal. Na maioria das mulheres com acne, os níveis de andrógenos circulantes podem estar dentro da faixa esperada. A sensibilidade da glândula sebácea e o metabolismo hormonal local também participam. Portanto, ter acne adulta não significa automaticamente ter “hormônios desregulados”. Síndrome dos ovários policísticos e outros sinais de hiperandrogenismo Acne associada a ciclos menstruais irregulares, aumento de pelos em padrão masculino, queda de cabelo no topo da cabeça, dificuldade reprodutiva ou outros sinais pode justificar investigação direcionada. Síndrome dos ovários policísticos é uma possibilidade, mas não é a única, e não deve ser diagnosticada apenas pela pele. O pedido de exames hormonais não precisa ser automático para toda pessoa com acne. Ele costuma ser guiado pela história, pelo exame e pelos sinais associados, algumas vezes em conjunto com a ginecologista ou endocrinologista. Cosméticos, maquiagem e produtos capilares Produtos muito oclusivos ou comedogênicos podem favorecer lesões em pessoas predispostas. Pomadas, óleos e finalizadores capilares podem contribuir para cravos na testa e nas têmporas. Maquiagem não precisa ser proibida, mas vale preferir fórmulas não comedogênicas e removê-las ao final do dia. O rótulo “natural” não significa menor risco de obstrução ou irritação. Da mesma forma, “oil-free” e “não comedogênico” reduzem a probabilidade de problemas, mas não garantem tolerância para todas as peles. Estresse, sono e rotina Estresse pode acompanhar períodos de piora, possivelmente por vias hormonais, inflamatórias e comportamentais. Isso não significa que a acne seja emocional ou que bastaria relaxar para controlá-la. Sono irregular, manipulação das lesões e abandono da rotina durante fases difíceis podem reforçar o ciclo. Alimentação A relação entre alimentação e acne é mais cuidadosa do que a frase “chocolate dá espinha”. Revisões sistemáticas encontram associação mais consistente com dietas de alta carga glicêmica. Para laticínios, os resultados são mais heterogêneos e variam conforme população e tipo de consumo. Diretrizes não recomendam uma dieta restritiva universal para tratar acne. Uma investigação individual pode ser útil quando existe um padrão repetido, sem transformar um alimento isolado em culpado nem retirar grupos alimentares sem necessidade. Dietas muito restritivas também podem trazer prejuízos e merecem orientação nutricional. Medicamentos e suplementos Alguns medicamentos e suplementos podem produzir ou agravar erupções semelhantes à acne. Corticosteroides, lítio, certos anticonvulsivantes, testosterona e alguns suplementos são exemplos possíveis, mas a associação depende do contexto. Não interrompa medicamento prescrito por conta própria. A dermatologista pode avaliar o padrão, a relação temporal e conversar com o profissional que acompanha a condição de base. Acne adulta aparece sempre na mandíbula? Não. O padrão de lesões inflamatórias no terço inferior do rosto é conhecido, especialmente em mulheres, mas estudos mostram apresentações variadas. Testa, bochechas, nariz, colo e costas também podem ser afetados, com mistura de cravos e espinhas. Usar apenas a localização para classificar a acne como hormonal simplifica demais o diagnóstico. O conjunto formado por história, tipos de lesão, ciclo menstrual, medicamentos, cosméticos e sinais associados é mais informativo. Nem toda “espinha adulta” é acne Rosácea pode causar pápulas e pústulas no centro do rosto, geralmente acompanhadas de vermelhidão, ardor ou vasos aparentes, mas não costuma produzir cravos. Dermatite perioral forma pequenas lesões ao redor da boca, do nariz ou dos olhos. Foliculites podem ser provocadas por diferentes microrganismos e aparecer como lesões muito semelhantes entre si. Também entram no diagnóstico diferencial acne induzida por medicamentos, hidradenite supurativa em áreas de dobras e outras dermatoses. Se o tratamento habitual não funciona, se há coceira intensa ou se todas as lesões parecem iguais, vale reavaliar o diagnóstico antes de acrescentar novos ácidos. Como a dermatologista avalia a acne adulta? A consulta registra quando o quadro começou, tratamentos anteriores, ciclo menstrual, possibilidade de gestação, medicamentos, suplementos, cosméticos, rotina capilar e impacto na qualidade de vida. O exame diferencia cravos, lesões inflamatórias, nódulos, manchas e cicatrizes. A gravidade não é medida somente pelo número de espinhas. Uma única lesão profunda recorrente pode deixar cicatriz; acne aparentemente leve pode causar sofrimento emocional importante. Esses elementos influenciam a rapidez e a intensidade do plano. Exames laboratoriais são selecionados quando o histórico sugere alteração hormonal, doença associada ou necessidade de monitoramento de determinado medicamento. Fotografias padronizadas, quando autorizadas, podem ajudar a acompanhar a evolução. Quando procurar atendimento sem esperar? Procure avaliação diante de nódulos profundos ou dolorosos, cicatrizes em formação, piora rápida, lesões extensas no tronco, sofrimento emocional relevante ou falha de tentativas bem conduzidas. Alterações menstruais importantes, aumento de pelos ou queda capilar associada também merecem investigação. Na gravidez, na tentativa de engravidar ou na amamentação, converse com a dermatologista antes de usar ou continuar medicamentos para acne. Algumas opções comuns fora dessas fases são contraindicadas e precisam ser substituídas. Acne adulta tem tratamento? Sim. O tratamento é escolhido conforme os mecanismos predominantes, o tipo e a profundidade das lesões, o risco de cicatriz, a sensibilidade da pele e as condições clínicas. Ele pode combinar rotina gentil, medicamentos tópicos, terapias sistêmicas e, em situações selecionadas, procedimentos. Retinoides tópicos, peróxido de benzoíla, ácido azelaico, ácido salicílico e antibióticos tópicos em combinações adequadas estão entre as possibilidades mencionadas em diretrizes. Para determinados quadros, podem ser considerados antibióticos orais por tempo limitado, tratamentos hormonais ou isotretinoína, sempre com indicação, contraindicações e monitoramento próprios. Procedimentos podem atuar como coadjuvantes ou atender objetivos específicos, mas não substituem automaticamente o tratamento médico da doença ativa. O guia sobre tratamento de acne ativa organiza as opções, suas limitações e o papel possível das tecnologias em consultório. Por que tratar antes que apareçam cicatrizes? Manchas vermelhas ou escuras depois de uma espinha podem melhorar com o tempo e não são a mesma coisa que cicatrizes. Cicatrizes verdadeiras representam alteração permanente da estrutura da pele e podem ser deprimidas, elevadas ou espessadas. Controlar a inflamação e evitar manipulação reduz riscos, embora não elimine toda possibilidade de sequela. Tratar cicatriz e tratar acne ativa são objetivos diferentes; quando ambos coexistem, geralmente se organiza primeiro o controle das novas lesões. Perguntas frequentes sobre acne adulta Acne depois dos 25 anos é hormonal? Hormônios podem participar mesmo com exames normais, mas não são a única explicação. Genética, sebo, queratinização, inflamação, microbioma, produtos e outros fatores também influenciam. Acne adulta acontece apenas em mulheres? Não. Homens também podem apresentar acne persistente ou de início adulto. Em mulheres, oscilações hormonais e algumas opções terapêuticas específicas tornam a avaliação diferente. Preciso fazer exames hormonais? Nem sempre. Eles costumam ser solicitados quando há ciclos irregulares, aumento de pelos, queda capilar em padrão sugestivo, início súbito ou outros sinais clínicos. Anticoncepcional trata qualquer acne adulta? Não. Alguns contraceptivos combinados podem ajudar pacientes selecionadas, enquanto certas formulações podem não produzir o mesmo efeito. A decisão considera riscos, objetivos contraceptivos e histórico médico. Parar anticoncepcional pode causar acne? Algumas pessoas percebem aparecimento ou retorno das lesões depois da interrupção, pois o efeito hormonal do medicamento deixa de atuar. Isso não significa que o contraceptivo deva ser retomado sem avaliação. Chocolate e leite causam acne? Não existe uma regra igual para todos. A evidência é mais consistente para padrões alimentares de alta carga glicêmica; a associação com laticínios é variável. Restrições devem ser individualizadas. É possível controlar a acne adulta por longo prazo? É possível alcançar controle prolongado, mas algumas pessoas mantêm tendência a recaídas e precisam de manutenção. O objetivo é reduzir novas lesões, prevenir marcas e tornar a rotina sustentável. Quando as cicatrizes devem ser tratadas? Em geral, o controle da acne ativa vem primeiro para evitar novas cicatrizes. Depois, o tipo e a profundidade de cada marca orientam as possibilidades de tratamento. Onde buscar avaliação para acne adulta em São Paulo e no ABC? A Clínica Leilane Catricala realiza avaliação dermatológica para acne adulta em duas unidades: Vila Nova Conceição, no município de São Paulo, e São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Para quem mora em Santo André ou São Bernardo do Campo, a unidade física mais próxima da clínica fica em São Caetano do Sul. A clínica não possui unidade nessas duas cidades; o agendamento é feito para um dos endereços oficiais. Fale com a equipe para confirmar a unidade e agendar uma avaliação. Referências Reynolds RV et al. Guidelines of care for the management of acne vulgaris. Journal of the American Academy of Dermatology. 2024. National Institute for Health and Care Excellence. Acne vulgaris: management. Atualizada em 2026. Telkkälä A, Sinikumpu SP, Huilaja L. Etiology of adult female acne: systematic review. Health Science Reports. 2025. Bagatin E et al. Adult female acne: a guide to clinical practice. Anais Brasileiros de Dermatologia. 2019. Meixiong J et al. Diet and acne: a systematic review. JAAD International. 2022. American Academy of Dermatology. Adult acne: understanding underlying causes and banishing breakouts. Texto preparado e revisado da Dra. Leilane Velloni Pantano CatricalaMédica dermatologista e responsável técnicaCRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960Data editorial: 31/08/2026 Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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10 hábitos que podem piorar o melasma sem você perceber

Melasma pode ficar mais evidente mesmo quando existe uma boa intenção de cuidar da pele. O problema nem sempre é a ausência de um clareador potente. Muitas vezes, pequenas falhas na fotoproteção, irritação provocada pela rotina ou interrupções frequentes dificultam o controle. Isso não significa que cada piora seja culpa de quem tem melasma. Trata-se de uma condição crônica influenciada por predisposição genética, luz, hormônios e características individuais. A lista abaixo serve para revisar hábitos — não para procurar culpados. Se quiser aprofundar essa parte, veja também nosso conteúdo sobre causas e gatilhos do melasma. 1. Usar protetor solar apenas em dias ensolarados A radiação ultravioleta chega à pele também em dias nublados e durante pequenas exposições da rotina. Aplicar protetor apenas na praia ou quando o sol parece forte deixa períodos sem proteção. O produto precisa oferecer proteção de amplo espectro e ser compatível com a pele. Chapéu de aba larga, sombra e planejamento dos horários ao ar livre ajudam a reduzir a dependência de uma única medida. 2. Aplicar pouco protetor e esquecer a reaplicação O FPS informado no rótulo depende de uma quantidade padronizada. Uma camada muito fina pode entregar proteção menor do que a esperada. Suor, água, atrito, toalha e passagem das horas também alteram a permanência do produto. A frequência de reaplicação varia conforme exposição e rotina. Em períodos ao ar livre, após nadar ou suar, ela se torna especialmente relevante. No consultório, a orientação pode ser adaptada ao trabalho, maquiagem e tipo de pele. 3. Considerar apenas o FPS e ignorar a luz visível FPS está relacionado principalmente à proteção contra UVB. Para melasma, também importam UVA e, em muitas pessoas, luz visível. Protetores com pigmentos como óxidos de ferro podem acrescentar proteção nessa faixa. Isso não significa que toda pessoa precise usar a mesma cor ou textura. O produto deve combinar proteção e aceitabilidade: se ele não se adapta ao tom de pele ou à rotina, a adesão tende a cair. 4. Confiar apenas no protetor e abandonar barreiras físicas Protetor solar não cria uma barreira absoluta. Chapéu, óculos, sombra, guarda-sol adequado e horários com menor exposição completam a estratégia. Também não é necessário acreditar que um pouco de sol no pé obrigatoriamente escurecerá o rosto. O cuidado deve se concentrar em reduzir a exposição relevante das áreas afetadas e em manter uma rotina coerente, sem regras alarmistas. 5. Continuar usando um produto que arde ou queima Ardência persistente não é prova de eficácia. Inflamação, ressecamento intenso e alteração da barreira podem tornar a pele mais reativa e favorecer hiperpigmentação. Alguns ativos causam adaptação inicial, mas dor, inchaço, crostas, bolhas ou piora progressiva precisam ser avaliados. Insistir por conta própria pode transformar uma irritação evitável em outro problema de pigmentação. 6. Misturar vários ácidos e esfoliantes ao mesmo tempo Combinar retinoide, ácido clareador, esfoliante físico, vitamina C ácida e peeling caseiro não torna o clareamento proporcionalmente mais rápido. Torna mais difícil saber qual produto provocou a reação. Introduzir mudanças de forma organizada permite avaliar tolerância. Em pele sensível, uma rotina mais curta pode ser mais eficiente porque consegue ser mantida. 7. Copiar o tratamento de outra pessoa Duas manchas visualmente parecidas podem ter causas diferentes. Mesmo entre pessoas com melasma confirmado, fototipo, gravidez, uso de hormônios, acne, rosácea e histórico de irritação mudam as escolhas. Medicamentos e fórmulas manipuladas não devem ser compartilhados. O que foi prescrito para uma fase específica também pode não ser apropriado para manutenção prolongada. 8. Parar todos os cuidados assim que a mancha clareia Melhora visível não elimina a predisposição. Quando fotoproteção e manutenção são abandonadas de uma vez, os mesmos estímulos que participavam do quadro continuam presentes. A fase de manutenção costuma ser mais simples do que a fase ativa, mas precisa existir. A dermatologista pode reduzir frequência, substituir ativos e decidir quais medidas permanecem. 9. Tratar qualquer mancha como melasma Melanose solar, marca de acne, dermatite pigmentada e outras condições podem se confundir com melasma. Usar clareador sem diagnóstico pode irritar a pele e atrasar uma avaliação necessária. Uma mancha isolada que cresce, muda, sangra, coça persistentemente ou forma ferida merece exame. Nesses casos, o objetivo não é escolher um cosmético, mas entender o que a lesão representa. 10. Procurar o procedimento mais agressivo sem organizar a rotina Laser, peeling e microagulhamento podem fazer parte de alguns planos, mas intensidade maior não significa resultado melhor. Procedimentos podem gerar inflamação e hiperpigmentação quando não são adequados à pele ou à fase do melasma. Antes de um procedimento, é importante revisar fotoproteção, tolerância, exposição prevista e tratamento domiciliar. A manutenção continuará necessária depois da sessão. O que fazer quando o melasma piora? Evite reagir adicionando vários produtos. Observe o que mudou: exposição solar, viagem, gravidez, hormônios, medicamentos, irritação, novo cosmético ou interrupção do tratamento. Fotografias feitas na mesma iluminação podem ajudar a comparar. Se a piora for persistente, o diagnóstico estiver em dúvida ou a pele estiver inflamada, procure avaliação. O guia de tratamento de melasma explica como fotoproteção, tratamentos tópicos e procedimentos podem ser organizados de forma individualizada. Perguntas rápidas O protetor solar impede qualquer piora? Não. Ele reduz estímulos importantes, mas melasma também é influenciado por predisposição, hormônios e outros fatores. Aplicação adequada e barreiras físicas aumentam a proteção. A pele precisa descamar para o tratamento funcionar? Não. Alguns tratamentos podem causar descamação leve, mas irritação intensa não é requisito de eficácia e pode favorecer escurecimento. Posso usar o clareador de uma amiga? Não é recomendado. A fórmula pode ser inadequada ao diagnóstico, ao fototipo, à sensibilidade, à gravidez ou aos outros produtos utilizados. Protetor com cor substitui maquiagem? Depende da cobertura e da preferência. Algumas fórmulas uniformizam parcialmente o tom; maquiagem pode ser aplicada depois, desde que a sequência e a reaplicação sejam planejadas. Quando devo procurar dermatologista? Quando o diagnóstico não está confirmado, a mancha muda, a rotina provoca irritação, o quadro piora ou os cuidados não produzem controle satisfatório. Referências American Academy of Dermatology. Melasma: self-care. Castanedo-Cazares JP et al. Near-visible light and UV photoprotection in the treatment of melasma: a double-blind randomized trial. Photodermatology, Photoimmunology & Photomedicine. 2014. Chang YF et al. Efficacy and safety of topical agents in the treatment of melasma: a systematic review and meta-analysis. Journal of Cosmetic Dermatology. 2023. Ocampo-Candiani J et al. Latin American consensus on the treatment of melasma. International Journal of Dermatology. 2024. Dra. Leilane Velloni CatricalaMédica DermatologistaCRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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