CLÍNICA LEILANE CATRICALA

A Clínica Leilane Catricala tem foco na dermatologia e medicina estética, projetada como uma Clínica Boutique Premium, pensando em cada detalhe para oferecer excelência aos nossos pacientes.

Atendemos em duas unidades: Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul - SP. Desde 2019, já são mais de 10.000 procedimentos estéticos e mais de 6.000 consultas médicas realizadas, sempre com o mesmo padrão de cuidado e atenção a cada detalhe.

Nossa equipe médica — formada por dermatologistas, ginecologista e cirurgiã vascular — é amplamente reconhecida em São Paulo e em toda a região do ABC, sob o comando da Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista, com atendimento humanizado e focado nos desejos de cada paciente.

Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista — CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960

Contamos com equipamentos como o Laser Fotona Dynamis NX, o Fotona Starwalker e o Ultraformer III, trazendo aos nossos pacientes as tecnologias mais avançadas disponíveis no mercado mundial.

Oferecemos tratamentos estéticos modernos para queixas como lifting facial, rejuvenescimento, melasma, manchas, rugas, olheiras e redução de papada, além de procedimentos como preenchimentos e toxinas e lasers como o Fotona 4D.

Visão: acreditamos que envelhecer com qualidade de vida é o futuro.

Missão: promover o bem-estar de nossos pacientes para que se sintam sempre melhores.

Valores: ética e integridade em cada atendimento.

Unidade São Caetano: Rua Monte Alegre, 110 - Bairro Santo Antônio - São Caetano do Sul - SP, CEP 09531-110

Unidade Vila Nova Conceição: R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 - Bairro Vila Nova Conceição - São Paulo - SP, CEP 04544-001

Contamos com salas de atendimento elegantes e modernas, jardins para relaxar e um Espaço Laser avançado.

Clínica Leilane Catricala

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Protetor solar para pele oleosa: como proteger sem piorar a acne?

Quem tem pele oleosa ou acneica frequentemente encontra o mesmo problema: sabe que precisa usar protetor solar, mas teme que o produto aumente o brilho, deixe uma sensação pesada ou favoreça o aparecimento de cravos e espinhas. Eu costumo explicar que o protetor solar não precisa ser inimigo da pele oleosa. Quando a fórmula e a textura são compatíveis com a pele, ele pode ser usado diariamente sem transformar o rosto em uma superfície pegajosa. Além de ajudar na prevenção do câncer de pele e do fotoenvelhecimento, a fotoproteção é importante para evitar o escurecimento das marcas que permanecem depois da acne. O desafio não é encontrar um produto que “seque” completamente a pele. É escolher uma proteção de amplo espectro, confortável e que você consiga aplicar na quantidade adequada. Um protetor muito seco, mas que esfarela ou irrita, também pode comprometer a rotina. Por que a pele oleosa também precisa de protetor solar? A oleosidade é produzida pelas glândulas sebáceas e não funciona como proteção suficiente contra a radiação ultravioleta. Uma pele com brilho pode sofrer queimaduras, fotoenvelhecimento, alterações pigmentares e câncer de pele da mesma forma que outros tipos de pele. A exposição solar também pode tornar mais evidentes as marcas escuras deixadas pelas espinhas, conhecidas como hiperpigmentação pós-inflamatória. Por isso, proteger a pele faz parte tanto da prevenção dos danos solares quanto do cuidado com as consequências da acne. A American Academy of Dermatology recomenda que pessoas com pele oleosa ou tendência à acne procurem no rótulo expressões como “não comedogênico” ou “não obstrui os poros”. Protetor solar causa acne? Não é correto afirmar que todo protetor solar provoca acne. Algumas fórmulas podem ser desconfortáveis ou inadequadas para determinada pessoa, mas o surgimento de espinhas depende de vários fatores: predisposição, alterações hormonais, cosméticos, medicamentos, atrito, suor e o próprio tratamento da acne. Quando um produto parece piorar o quadro, observo a fórmula completa e a rotina. Às vezes, o problema está na combinação de várias camadas — hidratante, sérum, protetor e maquiagem — ou na remoção inadequada no final do dia. Também pode existir irritação confundida com acne. O que significa “não comedogênico”? Um produto não comedogênico é formulado ou testado com o objetivo de reduzir a chance de obstruir os poros. Essa indicação é útil para peles acneicas, mas não representa garantia absoluta de que nenhuma pessoa terá cravos ou espinhas. A resposta varia conforme a pele e o conjunto dos ingredientes. Se um protetor indicado como não comedogênico provoca ardência, lesões ou piora persistente, não é preciso insistir apenas por causa do rótulo. Vale rever a escolha com a dermatologista. Como escolher a textura para pele oleosa? Texturas fluidas, em gel, gel-creme ou sérum costumam ser mais bem aceitas por quem não gosta de sensação pesada. Acabamentos descritos como toque seco, matte ou controle de brilho também podem aumentar o conforto. Entretanto, textura leve não é sinônimo automático de melhor proteção. O produto precisa oferecer proteção de amplo espectro contra UVA e UVB, ter fator de proteção solar adequado e ser aplicado em quantidade suficiente. Se houver suor intenso, atividade física ou contato com água, a resistência à água passa a ser relevante. Na prática, o melhor protetor é aquele que combina segurança, proteção e possibilidade real de uso diário. Um produto excelente no papel, mas que você evita por causa do acabamento, dificilmente será utilizado de forma correta. Qual FPS escolher? Para a rotina facial, prefiro orientar protetor de amplo espectro com FPS 30 ou superior, ajustando a escolha conforme fototipo, histórico de manchas, exposição diária, tratamentos em andamento e condições dermatológicas. O FPS está relacionado principalmente à proteção contra UVB, mas a proteção UVA também precisa ser observada no rótulo. Um número alto de FPS não autoriza usar pouca quantidade nem permanecer indefinidamente ao sol. Protetor com cor ou sem cor? Os dois podem fazer parte da rotina. O protetor sem cor costuma agradar quem deseja acabamento transparente e maior facilidade para reaplicar. Já as versões com cor podem uniformizar o tom e acrescentar proteção contra parte da luz visível quando contêm pigmentos adequados. Essa proteção adicional pode ser especialmente interessante para pessoas com melasma ou tendência à hiperpigmentação. O desafio é encontrar uma tonalidade compatível e aplicar quantidade suficiente, sem transformar o protetor em apenas uma maquiagem leve. Para aprofundar essa escolha, veja nosso conteúdo sobre protetor solar com ou sem cor. Como aplicar sem deixar a pele pesada? Comece com a pele limpa e espere cada etapa da rotina acomodar antes de aplicar a próxima. Se o protetor já oferece hidratação suficiente, algumas peles oleosas podem não precisar de outro hidratante pela manhã. Isso depende da fórmula e dos tratamentos utilizados. Distribua o protetor em pontos do rosto e espalhe de maneira uniforme, incluindo orelhas, linha do cabelo, pescoço e áreas próximas à mandíbula. Aplicar uma quantidade muito pequena para manter o efeito matte reduz a proteção entregue na prática. Se houver esfarelamento, teste menos camadas, aguarde um intervalo entre os produtos e evite friccionar repetidamente. O esfarelamento costuma estar relacionado à interação entre fórmulas, e não necessariamente à falta de qualidade de um único produto. Quando e como reaplicar? A necessidade de reaplicação depende da exposição. Em situações ao ar livre, a recomendação geral é reaplicar aproximadamente a cada duas horas e depois de nadar, suar intensamente ou se secar com toalha. No cotidiano em ambiente interno, o planejamento pode considerar deslocamentos, proximidade de janelas, horário e intensidade da exposição. Protetores em pó ou bastão podem ajudar nos retoques, mas é difícil garantir que eles forneçam sozinhos a quantidade necessária como primeira aplicação. Eu os considero recursos de conveniência, não substitutos automáticos de uma camada inicial uniforme. Como combinar o protetor com o tratamento da acne? Alguns tratamentos para acne podem causar ressecamento, descamação ou sensibilidade. Nesses casos, escolher apenas o protetor mais matificante pode piorar o desconforto. A pele pode ser oleosa e, ao mesmo tempo, estar desidratada ou com a barreira sensibilizada. A rotina precisa equilibrar limpeza, tratamento, hidratação e proteção. Medicamentos tópicos devem ser usados conforme orientação, e não é recomendado suspender ou aumentar a frequência por conta própria. Se houver ardência persistente, descamação intensa ou piora das lesões, a estratégia precisa ser revista. Você também pode consultar nosso artigo sobre skincare para peles oleosas. Erros comuns que aumentam o desconforto lavar o rosto muitas vezes ao dia para tentar eliminar todo o óleo; usar sabonetes muito agressivos; dispensar hidratação mesmo quando a pele está sensibilizada; aplicar pouco protetor para evitar brilho; combinar várias fórmulas sem observar a compatibilidade; dormir com protetor e maquiagem; trocar de produto a cada poucos dias, sem tempo para avaliar a adaptação; espremer as espinhas e aumentar o risco de marcas. A orientação da American Academy of Dermatology para pele oleosa reforça cuidados como limpeza suave, uso de produtos não comedogênicos e evitar esfregar a pele. Perguntas frequentes Qual é o melhor protetor solar para pele oleosa? Não existe um único produto melhor para todas as pessoas. Procure proteção de amplo espectro, FPS 30 ou superior, indicação não comedogênica e textura confortável. Sensibilidade, acne, melasma, tonalidade da pele e exposição diária influenciam a escolha. Protetor solar oil-free é sempre não comedogênico? Não necessariamente. “Oil-free” indica ausência de determinados óleos na formulação, enquanto “não comedogênico” se refere à intenção de não obstruir os poros. São características relacionadas, mas não equivalentes. Protetor solar pode aumentar cravos? Uma fórmula inadequada ou a combinação de várias camadas pode contribuir para obstrução em algumas pessoas. Porém, cravos também fazem parte da acne e podem surgir por outros fatores. Observe a evolução e procure avaliação se a piora persistir. FPS 30 é suficiente para o rosto? O FPS 30 ou superior é uma referência geral, mas a indicação pode mudar conforme exposição, fototipo, manchas, histórico médico e tratamentos. A quantidade aplicada e a reaplicação são tão importantes quanto o número. Quem tem acne deve usar protetor com cor? Pode usar, desde que a fórmula seja adequada e não comedogênica. A cor pode ajudar a uniformizar marcas e oferecer proteção adicional contra luz visível, especialmente em pessoas com alterações pigmentares. Posso substituir o protetor por maquiagem com FPS? Em geral, não. A quantidade de maquiagem aplicada costuma ser menor do que a necessária para alcançar a proteção declarada. Ela pode complementar, mas não deve ser considerada substituta automática do protetor. Protetor em pó funciona para pele oleosa? Ele pode ser útil para retoques e para reduzir o brilho, mas é difícil aplicar uma quantidade uniforme suficiente como única proteção. Prefiro usá-lo como complemento de uma primeira camada adequada. Preciso usar protetor solar dentro de casa? Depende da exposição, especialmente da proximidade de janelas e dos períodos ao ar livre durante o dia. Como a rotina inclui deslocamentos e exposições não planejadas, o uso diário pela manhã costuma ser uma estratégia prática. O protetor deve ser reaplicado sobre a maquiagem? Quando há exposição relevante, a reaplicação continua necessária. Bastões, pós e fórmulas compatíveis com maquiagem podem facilitar o retoque, mas é preciso espalhar de forma uniforme e evitar depender de uma camada quase imperceptível. Pele oleosa precisa de hidratante antes do protetor? Nem sempre. Algumas fórmulas de protetor já oferecem hidratação suficiente. Entretanto, tratamentos para acne podem sensibilizar a barreira e criar necessidade de um hidratante leve. A resposta depende da pele e da rotina. Por que o protetor esfarela? O esfarelamento pode acontecer pela incompatibilidade entre produtos, excesso de camadas, quantidade inadequada de algum cosmético ou atrito durante a aplicação. Espere as etapas acomodarem e simplifique a rotina para identificar a causa. Protetor solar clareia marcas de acne? Ele não funciona como clareador isolado, mas ajuda a evitar que a radiação escureça ou prolongue algumas marcas. O tratamento da hiperpigmentação pode exigir outros ativos e avaliação dermatológica. O sol melhora a acne? Não é uma estratégia de tratamento. O bronzeamento pode mascarar temporariamente a vermelhidão, mas a radiação causa danos e pode acentuar manchas. Alguns tratamentos para acne também aumentam a sensibilidade da pele. Quando procurar uma dermatologista? Procure avaliação quando a acne é persistente, dolorosa, deixa cicatrizes ou piora mesmo com cuidados adequados. Também é importante consultar se todos os protetores provocam ardência, coceira ou lesões, pois pode existir sensibilidade ou outra condição associada. Proteção que cabe na rotina O protetor solar ideal para pele oleosa não é necessariamente o mais seco ou o mais caro. É aquele que oferece proteção adequada, respeita a sensibilidade da pele e permite aplicação em quantidade suficiente sem gerar desconforto. Nas unidades de São Caetano do Sul e Vila Nova Conceição, avaliamos a oleosidade, a acne, as marcas e os tratamentos em uso para montar uma rotina mais simples e possível de manter. Unidade São Caetano do Sul Rua Monte Alegre, 110 — Bairro Santo Antônio São Caetano do Sul — SP — CEP 09531-110 Unidade Vila Nova Conceição Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 — Vila Nova Conceição São Paulo — SP — CEP 04544-001 WhatsApp: (11) 96033-0828 Referências American Academy of Dermatology — How do I know if I’m using the right sunscreen? American Academy of Dermatology — How to control oily skin American Academy of Dermatology — Moisturizer: Why you may need it if you have acne American Academy of Dermatology — I have acne! Is it okay to wear makeup? Dra. Leilane Velloni Catricala Médica Dermatologista CRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960 Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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O que muda no rosto depois dos 40? Entenda o envelhecimento em camadas

Depois dos 40 anos, muitas pessoas me contam que o rosto parece ter mudado mais rapidamente: a pele fica mais seca, as linhas permanecem mesmo quando a expressão relaxa, o contorno perde definição e algumas regiões parecem menos preenchidas. Essas mudanças são reais, mas não acontecem somente na superfície da pele. O envelhecimento facial é um processo tridimensional. Com o passar do tempo, ocorrem transformações na pele, nos compartimentos de gordura, nos músculos, nos ligamentos de sustentação e até na estrutura óssea. Ao mesmo tempo, fatores como exposição solar, tabagismo, poluição, sono, genética e alterações hormonais podem acelerar ou modificar esse processo. Por isso, eu não gosto da ideia de tratar apenas uma ruga isolada. Antes de indicar qualquer cuidado ou procedimento, procuro entender quais estruturas estão mudando e o que realmente incomoda cada paciente. O objetivo não é apagar a idade, mas cuidar da saúde da pele e preservar uma aparência natural. O que muda na pele depois dos 40 anos? A pele é a camada mais visível do envelhecimento. A partir dessa fase, é comum perceber redução gradual da firmeza e da elasticidade, além de maior tendência ao ressecamento. Linhas finas podem ficar mais evidentes, o viço diminui e o tom pode se tornar menos uniforme. Essas alterações estão relacionadas, entre outros fatores, à redução da atividade dos fibroblastos e à menor produção e organização de componentes da matriz dérmica, incluindo colágeno e elastina. A renovação celular também pode se tornar mais lenta, enquanto a barreira cutânea tende a reter menos água. A exposição solar acumulada tem um papel muito importante. A radiação ultravioleta contribui para o chamado fotoenvelhecimento, associado a rugas, manchas, textura irregular e perda de elasticidade. A American Academy of Dermatology considera a proteção solar a base de uma rotina de prevenção do envelhecimento precoce. O rosto não envelhece apenas por perda de colágeno É comum resumir o envelhecimento facial à perda de colágeno, mas essa explicação é incompleta. Uma revisão científica sobre o envelhecimento facial de dentro para fora descreve mudanças na plataforma óssea, nos compartimentos de gordura, nos músculos e na pele. Essas camadas se relacionam. Uma alteração mais profunda pode modificar a maneira como a pele se apoia e como as sombras aparecem no rosto. É por isso que duas pessoas da mesma idade podem apresentar sinais completamente diferentes. Primeira camada: estrutura óssea Os ossos da face também passam por remodelação com a idade. Regiões ao redor dos olhos, da abertura nasal, da maxila e da mandíbula podem sofrer alterações graduais de formato e projeção. Essas mudanças não significam que o rosto simplesmente “encolhe”; elas acontecem de maneiras diferentes em cada região. Como os tecidos mais superficiais se apoiam nessa estrutura, a remodelação óssea pode contribuir para alterações no contorno, aprofundamento de sulcos e mudanças na relação entre pálpebras, bochechas e mandíbula. Nenhum creme alcança ou modifica essa camada, o que reforça a importância de expectativas realistas. Segunda camada: compartimentos de gordura A gordura facial não forma uma camada única e uniforme. Ela está distribuída em compartimentos superficiais e profundos. Com o envelhecimento, alguns desses compartimentos podem perder volume, enquanto outros mudam de posição ou se tornam mais aparentes. Uma revisão sobre o sistema adiposo facial descreve perda de volume em diferentes regiões, como testa, bochechas, lábios e queixo. Na prática, isso pode contribuir para olheiras mais profundas, redução do volume das maçãs do rosto, sulcos mais visíveis e alteração da linha mandibular. Nem toda sensação de “rosto caído” é, portanto, apenas flacidez da pele. Emagrecimento importante, variações de peso e características genéticas também influenciam a distribuição de volume. Terceira camada: músculos e ligamentos Os músculos faciais participam continuamente das expressões. Ao longo dos anos, a repetição dos movimentos pode deixar determinadas linhas mais marcadas, especialmente na testa, entre as sobrancelhas e ao redor dos olhos e da boca. Os ligamentos ajudam a conectar e sustentar os tecidos. Com as mudanças nas demais camadas, essa rede pode deixar algumas transições mais evidentes. Entretanto, não considero adequado atribuir todo o envelhecimento à ideia de que os ligamentos simplesmente “afrouxaram”. A anatomia e o processo são mais complexos. Quarta camada: pele e tecido subcutâneo Na superfície, observamos a combinação do envelhecimento cronológico com fatores externos. A pele pode apresentar menos hidratação, linhas, poros mais aparentes, manchas e irregularidades. O tecido subcutâneo e a qualidade das fibras de sustentação também participam da aparência de firmeza. Em vez de escolher um tratamento pelo nome mais conhecido, é mais coerente identificar se a prioridade é textura, pigmentação, flacidez, perda de volume ou uma combinação dessas alterações. Qual é a influência da menopausa na pele? Para muitas mulheres, a transição menopausal coincide com mudanças mais perceptíveis na pele. A redução hormonal pode estar associada à diminuição de hidratação, elasticidade e conteúdo de colágeno. Uma revisão sobre as alterações cutâneas da menopausa descreve ressecamento, rugas e mudanças estruturais relacionadas à redução de estrogênio. Isso não significa que toda mulher terá a mesma evolução nem que uma mudança facial isolada confirme qualquer alteração hormonal. Sintomas da perimenopausa e da menopausa devem ser discutidos com a ginecologista. A decisão sobre terapia hormonal é médica e não deve ser tomada apenas por uma preocupação estética. O que realmente ajuda a cuidar da pele depois dos 40? Uma rotina eficiente não precisa ter muitos produtos. Em geral, começo pelo que tem maior impacto e pode ser mantido de forma consistente: proteção solar de amplo espectro todos os dias; limpeza suave, sem atrito excessivo; hidratação adequada ao tipo de pele; ativos antioxidantes ou renovadores quando indicados; não fumar; sono, alimentação e atividade física compatíveis com a saúde global; avaliação periódica de manchas e lesões que surgem ou se modificam. Retinoides, ácidos e antioxidantes podem fazer parte do planejamento, mas não existe uma fórmula igual para todas as pessoas. Produtos irritantes usados em excesso podem piorar sensibilidade, ressecamento e aparência das linhas. A rotina precisa considerar fototipo, oleosidade, rosácea, melasma, acne, medicamentos e tolerância individual. Você pode consultar também nosso conteúdo sobre cuidados com a pele aos 40 anos. Como os tratamentos dermatológicos são escolhidos? O tratamento depende da camada predominante e dos objetivos do paciente. Lasers podem ser utilizados para diferentes aspectos da qualidade da pele e do estímulo de colágeno. Tecnologias de ultrassom ou radiofrequência têm outras formas de atuação. Em situações selecionadas, procedimentos injetáveis podem ser considerados para alterações específicas. O Fotona 4D, por exemplo, combina quatro modalidades e dois comprimentos de onda para trabalhar diferentes regiões e profundidades. Isso não significa que seja obrigatório depois dos 40 nem que substitua todas as outras abordagens. A indicação precisa estar relacionada ao exame e à expectativa de cada pessoa. Casos de flacidez acentuada ou excesso importante de pele podem não alcançar o resultado desejado com procedimentos não cirúrgicos. Uma boa consulta também serve para explicar limites e, quando necessário, indicar avaliação com outra especialidade. Perguntas frequentes O rosto começa a envelhecer somente depois dos 40? Não. O envelhecimento é contínuo e começa antes, mas algumas mudanças podem se tornar mais perceptíveis a partir dos 40. Genética, exposição solar, tabagismo, variações de peso e alterações hormonais influenciam o ritmo. Quanto colágeno perdemos por ano? É comum encontrar percentuais apresentados como regra, mas a perda não é idêntica em todas as pessoas nem ocorre de maneira perfeitamente linear. Idade, menopausa, exposição solar e hábitos modificam esse processo. Por isso, prefiro avaliar os sinais clínicos em vez de transformar uma estimativa populacional em previsão individual. Por que o rosto parece “cair” depois dos 40? Essa percepção pode resultar da combinação entre mudanças na pele, remodelação óssea, redistribuição ou perda de gordura e alteração do suporte dos tecidos. Nem sempre a causa principal é a flacidez cutânea. A menopausa acelera o envelhecimento facial? A redução de estrogênio pode contribuir para perda de hidratação, elasticidade e colágeno. A intensidade varia, e sintomas hormonais devem ser avaliados pela ginecologista. Nenhum tratamento dermatológico substitui essa avaliação. É possível criar um “banco de colágeno”? “Banco de colágeno” é uma expressão didática, não uma estrutura médica que possa ser medida como uma reserva bancária. Ela costuma descrever estratégias de prevenção e estímulo de colágeno. O envelhecimento continua acontecendo, e nenhum procedimento interrompe esse processo. Creme consegue tratar todas as camadas do envelhecimento? Não. Produtos tópicos atuam principalmente na pele e podem ajudar na hidratação, textura, pigmentação e linhas finas, conforme os ativos utilizados. Eles não reposicionam compartimentos de gordura nem modificam a estrutura óssea. Qual é o melhor ativo para usar depois dos 40? Não existe um único melhor ativo. Proteção solar é a base, enquanto antioxidantes, retinoides, hidratantes e outros componentes podem ser selecionados conforme o tipo de pele e as queixas. Pessoas com pele sensível, rosácea ou melasma exigem atenção especial. Preciso usar muitos produtos? Não. Uma rotina curta e consistente costuma ser mais útil do que vários produtos usados de forma irregular. Combinações excessivas podem irritar a pele e prejudicar a barreira cutânea. Homens também passam pelas mesmas mudanças? Sim, embora características como espessura cutânea, pelos, oleosidade e padrão de perda de volume possam modificar a apresentação. O planejamento deve considerar a anatomia e os objetivos individuais, não apenas o sexo ou a idade. Emagrecer pode envelhecer o rosto? Perda de peso importante ou rápida pode reduzir volume facial e deixar algumas transições mais aparentes. Isso não significa que emagrecer seja prejudicial à saúde; significa apenas que peso, ritmo da perda e distribuição de gordura precisam ser considerados na avaliação da face. Quando devo procurar uma dermatologista? Além das queixas estéticas, procure avaliação diante de manchas ou lesões que mudam, feridas que não cicatrizam, coceira persistente ou outros sintomas. Para planejamento de cuidados, a consulta é indicada quando você deseja compreender as mudanças e escolher uma rotina ou tratamento compatível com sua pele. Existe uma idade certa para começar tratamentos? Não. Indicação não deve ser baseada apenas na idade. Algumas pessoas precisam somente de fotoproteção e uma boa rotina; outras apresentam alterações específicas que podem ser tratadas. Prevenção não significa realizar procedimentos sem necessidade. O Fotona é indicado para todo mundo depois dos 40? Não. O laser pode fazer parte do planejamento quando existe uma indicação compatível, mas condições de saúde, fototipo, bronzeamento, sensibilidade, medicamentos, expectativas e outros fatores precisam ser avaliados. Procedimentos não cirúrgicos substituem uma cirurgia facial? Não necessariamente. Eles podem melhorar determinadas características em casos selecionados, mas flacidez intensa e excesso importante de pele podem exigir avaliação cirúrgica. É importante não prometer equivalência entre tratamentos diferentes. Envelhecer com naturalidade exige um olhar global Depois dos 40, o rosto não precisa de uma lista automática de procedimentos. Ele precisa ser compreendido em camadas. Ao reconhecer a participação da pele, da gordura, dos músculos, dos ligamentos e dos ossos, conseguimos estabelecer prioridades e evitar intervenções excessivas. Nas unidades de São Caetano do Sul e Vila Nova Conceição, realizamos avaliação dermatológica para construir um plano compatível com a fase de vida, a saúde da pele e os objetivos de cada paciente. Unidade São Caetano do Sul Rua Monte Alegre, 110 — Bairro Santo Antônio São Caetano do Sul — SP — CEP 09531-110 Unidade Vila Nova Conceição Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 — Vila Nova Conceição São Paulo — SP — CEP 04544-001 WhatsApp: (11) 96033-0828 Referências Swift A et al. The Facial Aging Process From the “Inside Out”. The Facial Adipose System: Its Role in Facial Aging and Approaches to Volume Restoration. Managing Menopausal Skin Changes: A Narrative Review of Skin Quality Changes. American Academy of Dermatology — Skin care in your 40s and 50s. American Academy of Dermatology — How dermatologists treat sun-damaged skin. Dra. Leilane Velloni Catricala Médica Dermatologista CRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960 Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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Fotona 4D: como o laser atua nas diferentes camadas do rosto?

Fotona 4D: como esse protocolo a laser consegue trabalhar diferentes regiões e profundidades do rosto? Essa é uma dúvida comum entre pacientes que começam a perceber flacidez, linhas finas, alteração da textura, poros mais aparentes e perda gradual da definição facial. Eu gosto de começar esclarecendo que o termo “4D” não significa que exista uma quarta camada anatômica da pele. Ele descreve uma sequência de quatro modos complementares de tratamento. O protocolo combina dois comprimentos de onda — Er:YAG e Nd:YAG — para abordar desde a mucosa interna da boca até estruturas profundas, intermediárias e superficiais da face. O objetivo não é mudar os traços nem criar um rosto artificial. A proposta é estimular processos de remodelação do colágeno, melhorar aspectos da textura e trabalhar a qualidade da pele de forma global. Como todo procedimento médico, a indicação, a intensidade e o número de sessões precisam ser personalizados. O que é o Fotona 4D? O Fotona 4D é um protocolo não cirúrgico de rejuvenescimento facial que utiliza quatro modalidades de laser em uma mesma estratégia: SmoothLiftin®, FRAC3®, PIANO® e SupErficial™. Cada etapa tem uma forma de emissão e um objetivo específico. Segundo a descrição técnica oficial da Fotona, o protocolo combina os comprimentos de onda Er:YAG e Nd:YAG para trabalhar estruturas profundas, intermediárias e superficiais. Isso permite que o planejamento considere diferentes sinais do envelhecimento em vez de se limitar a uma única queixa. Entre os aspectos que podem ser avaliados estão: flacidez leve ou moderada; linhas finas; alterações na textura; poros mais evidentes; perda gradual da definição do contorno; aparência opaca ou pouco uniforme; marcas na região ao redor da boca. Isso não quer dizer que todas essas queixas serão tratadas da mesma maneira. A avaliação dermatológica identifica quais etapas fazem sentido, quais parâmetros são adequados e se outra técnica deve ser associada. Primeira dimensão: SmoothLiftin® A primeira etapa é realizada pela parte interna da boca. O laser Er:YAG em modo não ablativo é aplicado na mucosa oral, especialmente em regiões relacionadas ao entorno dos lábios e aos sulcos nasolabiais. Essa abordagem busca promover aquecimento controlado e remodelação do colágeno sem fazer cortes. Como a aplicação ocorre do interior para o exterior, ela permite alcançar tecidos da região perioral por uma via diferente daquela utilizada nos tratamentos exclusivamente externos. Um estudo prospectivo randomizado avaliou o uso intraoral do Er:YAG em modo SMOOTH para sulcos nasolabiais. Os pesquisadores observaram alterações mensuráveis na espessura dérmica, mas também ressaltaram que ainda são necessários estudos maiores. Esse é um bom exemplo de por que devemos falar em resultados possíveis e progressivos, não em garantias. Segunda dimensão: FRAC3® Na etapa FRAC3®, o Nd:YAG é aplicado externamente para produzir pontos de ação térmica em profundidades selecionadas. A proposta é trabalhar irregularidades e estimular uma resposta de remodelação sem tratar toda a superfície de maneira uniforme. Em termos simples, essa fase direciona energia para regiões específicas, respeitando o planejamento feito durante a avaliação. Os parâmetros podem variar conforme fototipo, espessura da pele, grau de flacidez, sensibilidade e histórico de procedimentos. É importante não confundir essa etapa com um tratamento universal para toda mancha ou lesão. Alterações pigmentares precisam ser diagnosticadas antes do uso do laser, porque melasma, manchas solares e outras pigmentações não têm necessariamente a mesma indicação. Terceira dimensão: PIANO® O modo PIANO® utiliza o Nd:YAG com pulsos longos para promover aquecimento homogêneo e controlado em estruturas mais profundas. Essa fase está relacionada principalmente ao trabalho de firmeza e sustentação. Durante a sessão, a temperatura da pele é acompanhada pelo profissional. O objetivo é alcançar uma faixa terapêutica planejada sem ultrapassar os limites de segurança. A sensação varia entre os pacientes, mas costuma ser descrita como um aquecimento gradual. O estímulo de colágeno não termina quando a sessão acaba. A remodelação tecidual ocorre ao longo do tempo, por isso os resultados não devem ser avaliados apenas imediatamente após o procedimento. Quarta dimensão: SupErficial™ A última etapa utiliza o Er:YAG de forma mais superficial. Ela funciona como um resurfacing leve e controlado, destinado a melhorar textura, luminosidade e irregularidades superficiais. A intensidade pode ser ajustada. Protocolos mais suaves tendem a provocar vermelhidão discreta e recuperação mais rápida, enquanto aplicações mais intensas podem exigir cuidados adicionais. Por isso, a afirmação de que todo Fotona 4D não tem tempo de recuperação precisa ser entendida com cautela: o pós-procedimento depende dos parâmetros utilizados e da resposta individual. O que a ciência mostra sobre o Fotona 4D? Os estudos disponíveis são promissores, mas ainda incluem amostras relativamente pequenas. Uma pesquisa prospectiva com avaliação tridimensional acompanhou mulheres submetidas ao protocolo combinado Er:YAG e Nd:YAG. O estudo identificou melhoras mensuráveis em regiões da face, rugas nasolabiais e aparência dos poros, com efeitos adversos transitórios. Como o trabalho incluiu apenas 13 participantes, seus resultados devem ser interpretados dentro dessa limitação. Outra pesquisa prospectiva sobre rejuvenescimento perioral comparou sistemas de laser e avaliou a combinação Nd:YAG e Er:YAG. Esses trabalhos ajudam a construir evidência, mas não substituem a avaliação do paciente nem garantem que todas as pessoas terão a mesma resposta. Na prática médica, eu considero a literatura científica, minha experiência clínica, o exame da pele e os objetivos realistas de cada paciente. Para quem o Fotona 4D pode ser indicado? O protocolo pode ser considerado por mulheres e homens que buscam melhorar a qualidade da pele e sinais iniciais ou moderados de envelhecimento sem cirurgia. Ele costuma despertar maior interesse depois dos 40 anos, mas idade isolada não determina indicação. Algumas pessoas apresentam flacidez mais cedo; outras chegam aos 50 ou 60 anos com boa sustentação e uma queixa predominantemente relacionada à textura. Também existem situações em que o Fotona 4D pode ser associado a outros cuidados, enquanto em outras ele não é a principal escolha. Você pode conhecer uma visão geral do protocolo em nosso artigo Laser Fotona 4D: tudo que você precisa saber antes de realizar e consultar outras aplicações na página de tratamentos Fotona da clínica. Quando o procedimento pode precisar ser adiado? Antes do tratamento, é fundamental informar doenças, medicamentos, procedimentos recentes e alterações na pele. Infecções ativas, feridas, herpes em atividade, bronzeamento recente ou uso de medicamentos que aumentem a sensibilidade à luz podem exigir adiamento ou mudança no planejamento. Gestantes, pessoas em amamentação e pacientes com doenças específicas precisam de avaliação individual. Não interrompa medicamentos por conta própria para realizar um procedimento. Como é o pós-procedimento? O pós depende das modalidades e intensidades selecionadas. Pode ocorrer vermelhidão, sensação de calor, sensibilidade ou edema discreto. Em etapas mais superficiais, também pode haver ressecamento ou descamação leve. Os cuidados geralmente incluem: usar proteção solar de maneira rigorosa; evitar exposição solar direta; manter hidratação orientada; não aplicar ácidos ou produtos irritantes sem autorização; evitar calor intenso e atrito nas primeiras horas ou dias, conforme orientação; comunicar qualquer reação inesperada. Perguntas frequentes O Fotona 4D substitui uma cirurgia facial? Não. É um protocolo não cirúrgico para indicações selecionadas. Flacidez intensa, excesso importante de pele ou alterações estruturais podem exigir outras abordagens. O resultado aparece na primeira sessão? Algumas pessoas percebem alterações iniciais de textura ou viço, mas a remodelação de colágeno é progressiva. O resultado deve ser acompanhado ao longo das semanas e meses. Quantas sessões são necessárias? Não existe um número universal. A quantidade e o intervalo dependem da idade, do grau de envelhecimento, dos objetivos, da resposta da pele e das modalidades escolhidas. Quais são as quatro etapas do Fotona 4D? As quatro modalidades são SmoothLiftin®, realizada pela parte interna da boca; FRAC3®, que produz pontos de ação térmica em profundidades selecionadas; PIANO®, responsável por um aquecimento profundo e controlado; e SupErficial™, voltada à textura e às irregularidades mais superficiais. A intensidade de cada etapa deve ser definida individualmente. Fotona 4D trata flacidez e melhora o contorno facial? O protocolo pode ser indicado para flacidez leve ou moderada e para a perda gradual de definição do contorno. Seu objetivo é estimular a remodelação do colágeno e trabalhar a qualidade da pele. Ele não produz o mesmo resultado de uma cirurgia e não deve ser apresentado como solução para todo grau de flacidez. O Fotona 4D melhora o “bigode chinês”? A modalidade intraoral pode contribuir para a remodelação do colágeno na região perioral e dos sulcos nasolabiais. Entretanto, o chamado “bigode chinês” pode estar relacionado à perda de volume, flacidez, estrutura óssea e movimentação facial. Por isso, o laser pode ajudar em determinados casos, mas nem sempre é suficiente como tratamento isolado. O procedimento dói? A percepção varia conforme a sensibilidade do paciente, a área tratada e os parâmetros utilizados. É comum perceber aquecimento durante algumas etapas e maior sensibilidade nas aplicações superficiais. Durante todo o procedimento, ajustamos os parâmetros e acompanhamos a resposta da pele para preservar conforto e segurança. Quanto tempo dura uma sessão? A duração depende das modalidades selecionadas, das áreas incluídas e do planejamento individual. O tempo exato é informado depois da avaliação, pois nem todos os pacientes precisam receber as quatro etapas com a mesma intensidade. Quanto tempo leva para aparecer o resultado? Algumas pessoas percebem mudanças iniciais na textura e na luminosidade, mas a produção e a remodelação do colágeno são progressivas. A evolução costuma ser acompanhada ao longo das semanas e dos meses. O tempo e a intensidade da resposta variam de uma pessoa para outra. Quanto tempo dura o resultado do Fotona 4D? Não existe uma duração fixa. O resultado pode ser influenciado por idade, exposição solar, tabagismo, rotina de cuidados, alterações hormonais e pelo próprio processo natural de envelhecimento. Depois do tratamento inicial, a necessidade de manutenção é avaliada individualmente. O Fotona 4D pode ser realizado em todos os tipos de pele? Diferentes fototipos podem ser tratados, mas isso não significa que exista um protocolo único ou sem riscos. Peles negras, sensíveis, bronzeadas ou com tendência a alterações de pigmentação exigem avaliação e escolha cuidadosa dos parâmetros. Bronzeamento recente pode ser motivo para adiar o procedimento. Posso fazer Fotona 4D no verão? A possibilidade depende do fototipo, da exposição solar recente, das etapas planejadas e da capacidade de cumprir os cuidados posteriores. Procedimentos mais superficiais podem exigir maior atenção ao sol. A época do ano, isoladamente, não substitui a avaliação dermatológica. Fotona 4D também pode tratar o pescoço? O pescoço pode ser incluído em determinados planejamentos, mas possui características diferentes da face e precisa de parâmetros próprios. A indicação depende da espessura da pele, do grau de flacidez, das condições clínicas e dos objetivos do paciente. O Fotona 4D pode ser associado a outros tratamentos? Em alguns casos, sim. A associação e o intervalo entre procedimentos devem ser planejados pela dermatologista para evitar excesso de energia, irritação ou recuperação inadequada. Mais tratamentos na mesma região não significam necessariamente um resultado melhor. Quanto custa uma sessão de Fotona 4D? O valor depende das áreas tratadas, das modalidades selecionadas e do planejamento necessário para cada pessoa. Por esse motivo, não considero responsável definir um preço ou pacote universal antes da avaliação médica. Homens podem fazer Fotona 4D? Sim. O planejamento considera características da pele masculina, distribuição de pelos, espessura cutânea e objetivos individuais. Temos também um conteúdo específico sobre Fotona 4D para homens. O tratamento deixa o rosto artificial? O laser não tem como objetivo criar volume artificial nem modificar traços. A proposta é trabalhar qualidade, textura e firmeza. A naturalidade depende de indicação correta, parâmetros adequados e expectativas realistas. Uma estratégia para envelhecer com naturalidade O envelhecimento acontece em diferentes estruturas do rosto. Por isso, um tratamento bem planejado precisa enxergar a face de forma global. O Fotona 4D reúne quatro modalidades que podem ser ajustadas conforme a necessidade da pele, mas não existe protocolo automático ou igual para todos. Nas unidades de São Caetano do Sul e Vila Nova Conceição, realizamos avaliação dermatológica para entender quais sinais incomodam, quais resultados são possíveis e se o Fotona 4D é realmente a melhor escolha. Unidade São Caetano do Sul Rua Monte Alegre, 110 — Bairro Santo Antônio São Caetano do Sul — SP — CEP 09531-110 Unidade Vila Nova Conceição Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 — Vila Nova Conceição São Paulo — SP — CEP 04544-001 WhatsApp: (11) 96033-0828 Referências Fotona — descrição técnica oficial do protocolo Fotona4D®. Three-Dimensional Imaging of Dynamic Changes After Nd:YAG/Er:YAG Laser Skin Tightening: A Prospective Study. Moftah N et al. Avaliação do laser Er:YAG intraoral em modo SMOOTH para sulcos nasolabiais. Comparative analysis of erbium:glass and combined Er:YAG/Nd:YAG lasers for perioral rejuvenation. Dra. Leilane Velloni Catricala Médica Dermatologista CRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960 Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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Ácido salicílico ou niacinamida: qual escolher para acne e oleosidade?

Ácido salicílico ou niacinamida: qual deles faz mais sentido para a sua pele? Essa é uma dúvida muito comum, principalmente entre pessoas que convivem com oleosidade, cravos, espinhas ou marcas deixadas pela acne. A resposta mais honesta é que esses dois ativos não são concorrentes. Eles têm funções diferentes e podem ocupar momentos distintos dentro de uma rotina de cuidados. Eu costumo explicar da seguinte forma: o ácido salicílico atua principalmente na desobstrução dos poros e no controle das lesões relacionadas ao excesso de oleosidade. A niacinamida participa de uma estratégia mais ampla, ajudando no controle da inflamação, no equilíbrio da barreira cutânea e na aparência das marcas que podem surgir depois das espinhas. A melhor escolha depende do tipo de acne, da sensibilidade da pele e dos outros produtos que já fazem parte da rotina. Neste artigo, quero mostrar a diferença entre eles, quando cada um pode ser útil e por que tentar vários ativos ao mesmo tempo, sem critério, frequentemente causa mais irritação do que benefício. O que é o ácido salicílico? O ácido salicílico é um beta-hidroxiácido utilizado em diferentes produtos dermatológicos. Por apresentar afinidade com ambientes oleosos, ele consegue atuar no interior dos poros, ajudando a remover o acúmulo de sebo e de células que favorece a formação de cravos. Na prática, ele pode ser interessante principalmente quando observo: pele oleosa ou com brilho excessivo; poros obstruídos; cravos abertos ou fechados; espinhas superficiais associadas à obstrução; textura irregular decorrente do acúmulo de células na superfície. A American Academy of Dermatology explica que o ácido salicílico ajuda a abrir poros obstruídos e a esfoliar a pele. Isso não significa, porém, que ele resolva sozinho todos os tipos de acne. Quadros com inflamação importante, nódulos, dor ou cicatrizes precisam de diagnóstico e podem exigir uma estratégia médica mais ampla. Também é importante lembrar que mais produto não significa mais resultado. O uso excessivo pode provocar ardor, descamação, vermelhidão e comprometimento da barreira cutânea. Quando isso acontece, a pele pode ficar desconfortável e até parecer mais oleosa como resposta ao ressecamento e à irritação. O que é a niacinamida? A niacinamida é uma forma da vitamina B3 bastante utilizada em dermocosméticos. Ela é conhecida por sua ação anti-inflamatória e por contribuir para o funcionamento da barreira da pele. Também pode auxiliar no equilíbrio da oleosidade e na uniformidade do tom, especialmente quando existem marcas pós-inflamatórias. Em uma rotina para pele acneica, a niacinamida pode ajudar quando buscamos: reduzir a aparência de vermelhidão; fortalecer a barreira cutânea; melhorar a tolerância da pele a uma rotina de tratamento; auxiliar no controle da oleosidade; suavizar gradualmente a aparência de marcas pós-acne; fazer com que poros dilatados pareçam menos evidentes. A niacinamida não fecha nem elimina anatomicamente os poros. O que pode acontecer é uma melhora da oleosidade, da textura e da aparência da pele, fazendo com que eles se tornem visualmente menos destacados. Estudos clínicos avaliaram a niacinamida como parte do cuidado da acne. Um ensaio clínico randomizado publicado em 2024, por exemplo, observou o uso de hidratante com niacinamida e ceramidas associado ao tratamento tópico de acne leve a moderada. O resultado reforça o papel do cuidado da barreira e da tolerabilidade como parte do tratamento, não como substituição automática do diagnóstico ou da medicação indicada. Você também pode conhecer mais sobre esse ativo no artigo O incrível poder da niacinamida na pele. Ácido salicílico ou niacinamida: qual escolher? Se a principal queixa são cravos, poros obstruídos e excesso de oleosidade, o ácido salicílico pode ter um papel mais direto. Se a pele está sensibilizada, avermelhada, com marcas pós-acne ou precisa de suporte para a barreira cutânea, a niacinamida pode ser uma aliada interessante. Mas essa comparação não deve ser transformada em uma regra rígida. Uma mesma pessoa pode apresentar, ao mesmo tempo, oleosidade na zona central do rosto, sensibilidade nas laterais, cravos, espinhas inflamadas e manchas residuais. Nesse caso, escolher um único ativo apenas pelo nome da queixa pode não ser suficiente. Por isso, antes de indicar uma rotina, eu avalio questões como: tipo e intensidade da acne; presença de cravos, pústulas, nódulos ou cicatrizes; grau de oleosidade e sensibilidade; presença de melasma, rosácea ou dermatite; histórico de irritação com cosméticos; medicamentos e ácidos que já estão sendo utilizados; hábitos de limpeza, hidratação e proteção solar. Posso usar ácido salicílico e niacinamida juntos? Em algumas rotinas, sim. Eles podem estar na mesma formulação, ser aplicados em etapas diferentes ou ser alternados ao longo da semana. Entretanto, isso não quer dizer que todas as pessoas devam combinar os dois imediatamente. O problema costuma aparecer quando alguém começa, ao mesmo tempo, ácido salicílico, retinoides, esfoliantes, sabonetes agressivos e outros produtos para acne. Quando a pele reage, fica difícil identificar qual produto causou o desconforto. Por isso, prefiro uma introdução gradual e orientada, respeitando a tolerância individual. Uma rotina simples e bem escolhida costuma funcionar melhor do que uma prateleira cheia de ativos. Limpeza suave, hidratação compatível com o tipo de pele e proteção solar continuam sendo a base. O ácido salicílico e a niacinamida entram como recursos específicos, e não como substitutos desses cuidados. Quais cuidados devo ter ao usar esses ativos? Antes de iniciar, observe a concentração, o veículo e a frequência recomendada no produto. Um sérum, um sabonete e uma solução de uso localizado podem apresentar comportamentos diferentes, mesmo quando destacam o mesmo ativo no rótulo. Durante o uso: não aumente a frequência apenas para acelerar o resultado; evite acrescentar vários esfoliantes de uma só vez; mantenha uma hidratação adequada; use protetor solar diariamente; interrompa o produto e procure orientação se houver irritação intensa, inchaço ou ardor persistente; informe ao dermatologista se estiver grávida, amamentando, utilizando medicamentos ou tratando outra doença de pele. Acne não deve ser tratada no chute. Quando existem espinhas dolorosas, lesões profundas, cicatrizes, piora rápida ou impacto emocional, uma consulta dermatológica é importante para evitar atraso no tratamento adequado. O skincare resolve qualquer tipo de acne? Não. Cosméticos podem ajudar bastante em casos selecionados, mas acne é uma condição inflamatória que pode ter diferentes graus e fatores associados. Dependendo da avaliação, podem ser necessários medicamentos tópicos, tratamentos orais ou procedimentos realizados em consultório. Quando já existem marcas ou cicatrizes, também avaliamos recursos complementares. No conteúdo sobre tratamento de acne e cicatrizes de acne com Fotona StarWalker, explicamos como a tecnologia pode fazer parte de um plano individualizado. A indicação depende da fase da acne, do tipo de cicatriz e das características da pele. Perguntas frequentes A niacinamida trata acne? Ela pode ajudar no controle da inflamação, da oleosidade e da barreira cutânea, mas não deve ser considerada, isoladamente, o tratamento completo para qualquer tipo de acne. O ácido salicílico remove cravos? Ele auxilia na desobstrução dos poros e pode reduzir a formação de cravos. A resposta depende da concentração, da frequência, do veículo e da intensidade do quadro. A niacinamida reduz os poros? Ela não altera definitivamente o tamanho anatômico dos poros. Ao melhorar oleosidade, textura e barreira cutânea, pode fazer com que eles pareçam menos visíveis. Posso usar os dois todos os dias? Isso depende da formulação e da tolerância da pele. A niacinamida costuma ser bem tolerada, enquanto o ácido salicílico pode exigir introdução gradual. Uma recomendação individual é mais segura do que adotar uma frequência genérica. Quanto tempo demora para perceber melhora? A resposta não é imediata e varia conforme o problema tratado. Consistência, proteção solar e uma rotina adequada são mais importantes do que aumentar rapidamente a quantidade de produto. Qual ativo faz sentido para a sua pele hoje? Se você está em dúvida entre ácido salicílico e niacinamida, não precisa escolher com base apenas em tendências ou recomendações genéricas. A avaliação dermatológica permite entender se a prioridade é desobstruir os poros, controlar a inflamação, recuperar a barreira, tratar marcas ou combinar diferentes estratégias. Nas unidades de São Caetano do Sul e Vila Nova Conceição, realizamos uma avaliação individualizada para construir uma rotina que respeite as necessidades e os limites da sua pele. Unidade São Caetano do Sul Rua Monte Alegre, 110 — Bairro Santo Antônio São Caetano do Sul — SP — CEP 09531-110 Unidade Vila Nova Conceição Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 — Vila Nova Conceição São Paulo — SP — CEP 04544-001 WhatsApp: (11) 96033-0828 Referências American Academy of Dermatology — Acne: diagnosis and treatment. Tempark T, Shem A, Lueangarun S. Ensaio clínico sobre hidratante com ceramidas e niacinamida associado ao tratamento da acne. Shahmoradi Z et al. Estudo clínico sobre nicotinamida tópica em acne leve a moderada. Dra. Leilane Velloni Catricala Médica Dermatologista CRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960 Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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