VenoLegCare (VLC) é o nome do protocolo de atendimento da Clínica Leilane Catricala para vasinhos e veias superficiais, com laser Fotona, resfriamento e escleroterapia conforme avaliação individual. Seu objetivo é melhorar a aparência dos vasos superficiais com um plano que considere tanto os vasos mais finos quanto as veias relacionadas a eles. A indicação começa pela avaliação das pernas, e não apenas pela escolha do aparelho.
Você se incomoda com vasinhos vermelhos ou azulados que aparecem ao usar shorts, saias ou roupa de banho? Há opções para reduzir sua aparência. A consulta ajuda a entender o que são esses vasos, quais podem ser tratados e qual melhora é realista para o seu caso.
Cirurgiã vascular, CRM 135.203 | RQE 47.701
Quando você procura tratamento para vasinhos, quer mais do que escolher um aparelho: quer entender o que está acontecendo, esclarecer suas dúvidas e receber um plano adequado às suas pernas. No VenoLegCare — VLC, a responsável pelo procedimento é a Dra. Tatiana Schmuziger, médica cirurgiã vascular da Clínica Leilane Catricala.
Sua trajetória reúne graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP, formação em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular pelo Hospital das Clínicas da FM-USP e doutorado pela Universidade de São Paulo. É especialista em Cirurgia Vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).
A clínica confirmou o uso do Fotona SP Dynamis NX, dos recursos de resfriamento Freddo e Siberian e do VeinViewer no atendimento vascular. Esses recursos apoiam o trabalho da médica; a escolha das etapas e do esclerosante depende da avaliação individual.
Na consulta, conte o que mais incomoda: a aparência dos vasinhos, a persistência após aplicações anteriores ou sintomas como peso, dor e inchaço. Pergunte quais vasos podem ser tratados, quais resultados são possíveis e como será o acompanhamento. A decisão deve considerar sua saúde, suas expectativas e os cuidados necessários.
Conheça a Dra. Tatiana e converse sobre um plano para suas pernas. O atendimento é oferecido nas unidades de Vila Nova Conceição e São Caetano do Sul; confirme a agenda e a disponibilidade dos recursos na unidade escolhida.
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VLC significa VenoLegCare. O nome identifica o protocolo de atendimento da clínica, sem representar uma nova tecnologia ou comprovar superioridade. A associação de laser, resfriamento e escleroterapia já é estudada na literatura, inclusive na abordagem conhecida como CLaCS (Cryo-Laser and Cryo-Sclerotherapy). Os estudos citados avaliam seus próprios protocolos; não são ensaios específicos do VLC.
O tratamento exige seleção dos vasos, conhecimento da anatomia e acompanhamento. Esta página não fornece parâmetros de laser, doses ou instruções de aplicação. Ensaio clínico sobre CLaCS.
São pequenos vasos visíveis próximos à superfície, frequentemente vermelhos ou azulados. Podem formar ramificações que incomodam principalmente pela aparência.
São veias superficiais mais perceptíveis, frequentemente azuladas, que podem se relacionar com uma rede de vasinhos. Identificá-las ajuda a planejar o tratamento em vez de olhar apenas os traços mais finos.
Veias salientes ou tortuosas, especialmente com dor, peso, inchaço ou alterações da pele, exigem uma investigação própria. Uma proposta estética para vasinhos não substitui a avaliação da doença venosa. Orientação da Academia Americana de Dermatologia.
O laser transdérmico e as injeções podem compor um tratamento ambulatorial. Isso não torna o VLC “não invasivo”: a escleroterapia envolve punções e há cuidados posteriores. Varizes maiores podem precisar de tratamentos diferentes.
Fotona é a plataforma de laser; CLaCS é a combinação de técnicas. Na literatura sobre essa abordagem, utiliza-se laser Nd:YAG de 1064 nm. O equipamento precisa ter modalidade, acessórios e indicação adequados; não se pode transferir os resultados de qualquer aparelho ou protocolo para todos os modelos Fotona.
Na Clínica Leilane Catricala, o VLC é realizado com o Fotona SP Dynamis NX, com recursos de resfriamento Freddo e Siberian, conforme confirmação da equipe. O agente esclerosante varia de acordo com a avaliação da médica. O procedimento é oferecido nas unidades de Vila Nova Conceição e São Caetano do Sul. A combinação é escolhida pelo caso; o nome da plataforma não garante o resultado. A equipe também confirmou o uso do VeinViewer, recurso de visualização de veias que auxilia a avaliação e o planejamento pela médica. Ele não substitui a avaliação clínica nem o ultrassom Doppler quando indicado. Confirme a disponibilidade do recurso na unidade escolhida.
A resposta depende dos vasos, da técnica comparada e do resultado que importa para você. Estudos comparativos permitem discutir a combinação, mas não autorizam dizer que ela seja a melhor escolha para qualquer paciente.
Um ensaio publicado em 2025 comparou CLaCS com espuma de polidocanol em veias reticulares, tratando lados diferentes na mesma paciente. Encontrou menor intensidade de alteração da cor com CLaCS, mas não demonstrou diferença estatística na quantidade de membros que desenvolveram pigmentação, nem na redução do diâmetro das veias. Houve satisfação com a aparência em ambos os grupos. Pesquisa sobre pigmentação.
Um ensaio de 2026 sobre laser associado à crioescleroterapia encontrou vantagens em medidas de melhora estética frente ao protocolo convencional estudado. Era um estudo de um único centro, com comparação específica e avaliação até 90 dias; seus achados não provam superioridade universal nem ausência de complicações. Ensaio de 2026.
Esses trabalhos apoiam uma conversa informada sobre o tratamento combinado. Não permitem prometer “sem manchas”, “sem dor” ou “resultado definitivo”. Os resumos e trechos indexados foram verificados; o acesso integral de alguns artigos ficou limitado.
A equipe deve examinar os vasos, perguntar sobre sintomas e considerar histórico de trombose, tratamentos anteriores, alergias, condições de saúde e medicamentos. Informe gestação, amamentação e qualquer reação prévia a aplicações ou lasers.
Dor, peso, inchaço ou mudanças da pele podem indicar que a prioridade vai além da aparência. O profissional decide se são necessários exames, como ultrassom Doppler, e se há indicação de avaliação vascular. Nem todo vasinho isolado exige a mesma investigação.
O número de sessões depende da extensão, do tipo de vaso e da evolução. O fechamento e a redução da aparência são avaliados progressivamente; a pele logo após a sessão não representa necessariamente o resultado final.
Combine com a equipe quais áreas serão tratadas, quando ocorrerá a reavaliação e quais critérios orientarão novas etapas. Fotografias comparáveis ajudam a acompanhar a mudança, sem transformar o resultado de outra paciente em previsão para você.
Pode haver calor, picadas ou ardência. O resfriamento faz parte da abordagem, mas a experiência varia. Pergunte como a equipe controla o desconforto e o que é esperado depois da sessão. Não é adequado garantir uma sessão indolor ou definir a intensidade da dor para todas.
Peça orientações específicas sobre exposição ao sol, retorno ao exercício, roupas e eventual compressão. Meias devem ser utilizadas conforme avaliação, com tamanho e pressão adequados. Não copie um prazo genérico de internet como regra para seu pós-procedimento.
A região pode apresentar vermelhidão, sensibilidade ou hematomas. Informe à equipe se a evolução fugir do que foi explicado. Antes de marcar, considere compromissos próximos e pergunte como será o retorno e o contato em caso de intercorrência.
Podem ocorrer pigmentação, hematomas, inflamação, surgimento de novos vasinhos finos e resultado incompleto. Laser pode provocar queimadura ou lesão da pele; injeções podem causar reações e complicações vasculares. O risco depende do agente, da técnica e do histórico, e deve ser explicado pelo profissional.
Dor intensa ou crescente, bolhas, ferida, alteração preocupante da cor ou inchaço importante exigem avaliação. Falta de ar, dor no peito ou sintomas súbitos graves exigem atendimento imediato. Não tente tratar uma possível complicação com produtos escolhidos por conta própria.
Não. Combina laser, resfriamento e escleroterapia. A presença de um Fotona, por si só, não significa que todas essas etapas sejam utilizadas.
Sim. A etapa de escleroterapia utiliza injeções nos vasos selecionados. O resfriamento pode ajudar no conforto, mas o VLC não é um tratamento totalmente sem agulhas.
O laser transdérmico atua através da pele e pode ser utilizado sem injeção quando indicado de forma isolada. A escleroterapia utiliza uma substância injetada no vaso. O CLaCS associa laser, resfriamento e escleroterapia em um planejamento individual. São abordagens diferentes; a escolha depende dos vasos, da pele e da avaliação vascular. Orientação da Academia Americana de Dermatologia.
Não. No laser transdérmico, a energia é aplicada pela superfície da pele. No tratamento endovenoso a laser, uma fibra é introduzida na veia. Uma técnica não substitui automaticamente a outra, e a indicação depende do diagnóstico.
A Clínica Leilane Catricala oferece o tratamento nas unidades de Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul, com a Dra. Tatiana Schmuziger, médica cirurgiã vascular, CRM 135.203 e RQE 47.701. Confirme os horários de atendimento e agende uma avaliação para saber se o procedimento é adequado para você.
Não se deve prometer isso. Veias maiores, sintomas e doença venosa exigem avaliação e podem precisar de outra abordagem.
Pode haver persistência, reaparecimento ou surgimento de novos vasos. Acompanhar a evolução e investigar fatores relevantes faz parte do planejamento.
A decisão depende do fototipo, dos vasos, do dispositivo e da experiência da equipe. Não se deve prometer ausência de queimaduras ou manchas em nenhum tom de pele.
Solicite um orçamento após avaliação, esclarecendo áreas, etapas, acompanhamento e eventual investigação. Compare o plano completo, não apenas o nome do laser ou o preço da sessão.
Uma consulta ajuda a diferenciar a queixa estética dos sintomas que precisam de investigação e a decidir se a combinação faz sentido. Entre em contato com a Clínica Leilane Catricala para confirmar a unidade, a disponibilidade e o profissional responsável.
Responsável pelo procedimento: Dra. Tatiana Schmuziger — Médica Cirurgiã Vascular — CRM 135.203 — RQE (Cirurgia Vascular) 47.701.
Identificação da clínica: Dra. Leilane Catricala — Médica Dermatologista — CRM-SP 151.911 — RQE (Dermatologia) 73.960.
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