Dormir bem e continuar com olheiras pode ser frustrante. Isso acontece porque a aparência escurecida abaixo dos olhos nem sempre está relacionada ao cansaço — e nem sempre representa apenas uma mancha.
Pigmentação, vasos aparentes e sombras produzidas pelo contorno da região podem participar dessa aparência. Por isso, escolher um tratamento começa por entender o que está deixando o olhar mais escuro.
Uma região pode parecer escurecida pela presença de pigmento na pele. Em outra pessoa, a principal questão pode ser uma depressão abaixo dos olhos, que cria sombra dependendo da iluminação.
Também é possível que diferentes componentes estejam presentes ao mesmo tempo.
Essa distinção tem uma consequência prática: um procedimento direcionado à pigmentação não necessariamente corrige uma depressão, assim como acrescentar volume não trata automaticamente o escurecimento da pele.
A consulta permite observar a região de diferentes ângulos e entender qual característica mais contribui para a queixa.
O objetivo não é apenas dar um nome à olheira. É estabelecer prioridades: tratar a cor, melhorar a qualidade da pele, discutir uma alteração de contorno ou combinar abordagens.
Um estudo clínico com 34 pacientes avaliou tratamentos escolhidos conforme as características das olheiras. Os resultados reforçam a importância de considerar a causa predominante, mas o tamanho reduzido da pesquisa não permite definir uma opção universalmente superior. Pesquisa publicada no Journal of Dermatological Treatment.
O laser pode ser considerado em situações selecionadas, mas “laser para olheiras” não descreve um único tratamento.
Existem diferenças entre equipamentos, comprimentos de onda, modos de emissão e objetivos clínicos. O nome da tecnologia, isoladamente, não informa qual será a indicação para uma pessoa.
Na Clínica Leilane Catricala, o Fotona SP Dynamis e o StarWalker MaQX estão disponíveis para compor o planejamento médico. A possibilidade de associação é discutida conforme a avaliação, sem uma sequência obrigatória para todos os pacientes.
Uma imagem pode ajudar a comunicar o incômodo, mas não substitui o exame presencial. Iluminação, maquiagem, posição da cabeça e processamento da câmera interferem na aparência.
Na consulta, vale explicar o que mais incomoda: a cor, a impressão de profundidade, as linhas ou o aspecto geral do olhar. Essa informação ajuda a alinhar o tratamento com a expectativa.
Não. A indicação depende da avaliação, do incômodo e da relação entre benefícios, limitações e riscos.
Sim. O planejamento pode envolver etapas diferentes, mas combinar procedimentos não é uma obrigação.
A avaliação médica é o momento de identificar os objetivos possíveis e discutir alternativas.
A Clínica Leilane Catricala atende na Vila Nova Conceição, em São Paulo, e em São Caetano do Sul.
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Revisão médica aprovada. Conteúdo e ilustrações revisados e aprovados pela Dra. Leilane Catricala — Médica Dermatologista e responsável técnica | CRM-SP 151.911 | RQE 73.960.